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sábado, 10 de agosto de 2013

A Pequena Alma




Era uma vez, em tempo nenhum, uma Pequena Alma que disse a Deus: 
- Eu sei quem sou!
E Deus disse:
- Que bom! Quem és tu?
E a Pequena Alma gritou: - Eu sou Luz
E Deus sorriu.
- É isso mesmo! - exclamou Deus - Tu és Luz!
A Pequena Alma ficou muito contente, porque tinha descoberto aquilo que todas as almas do Reino deveriam descobrir. - Uauu, isto é mesmo bom! - disse a Pequena Alma.
Mas, passado pouco tempo, saber quem era já não lhe chegava. A pequena Alma sentia-se agitada por dentro, e agora queria ser quem era. Então foi ter com Deus (o que não é má ideia para qualquer alma que queira ser Quem Realmente É) e disse:
- Olá Deus! Agora que sei Quem Sou, posso sê-lo?
E Deus disse:
- Quer dizer que queres ser Quem já És?
- Bem, uma coisa é saber Quem Sou, e outra coisa é sê-lo mesmo. Quero sentir como é ser a Luz! - respondeu a pequena Alma.
- Mas tu já és Luz - repetiu Deus, sorrindo outra vez.
- Sim, mas quero senti-lo! - gritou a Pequena Alma.
- Bem, acho que já era de esperar. Tu sempre foste aventureira - disse Deus com uma risada. Depois a sua expressão mudou.
- Há só uma coisa...
O quê? - perguntou a Pequena Alma.
- Bem, não há nada para além da Luz. Porque eu não criei nada para além daquilo que tu és; por isso, não vai ser fácil experimentares-te como Quem És, porque não há nada que tu não sejas.
- Hã? - disse a Pequena Alma, que já estava um pouco confusa.
- Pensa assim: tu és como uma vela ao Sol. Estás lá sem dúvida. Tu e mais milhões, ziliões de outras velas que constituem o Sol. E o Sol não seria o Sol sem vocês. "Não seria um sol sem uma das suas velas... e isso não seria de todo o Sol, pois não brilharia tanto. E no entanto, como podes conhecer-te como a Luz quando estás no meio da Luz - eis a questão".
- Bem, tu és Deus. Pensa em alguma coisa! - disse a Pequena Alma mais animada.

Deus sorriu novamente.
- Já pensei. Já que não podes ver-te como a Luz quando estás na Luz, vamos rodear-te de escuridão - disse Deus. - O que é a escuridão? perguntou a Pequena Alma.
- É aquilo que tu não és - replicou Deus.
- Eu vou ter medo do escuro? - choramingou a Pequena Alma.
- Só se o escolheres. Na verdade não há nada de que devas ter medo, a não ser que assim o decidas. Porque estamos a inventar tudo. Estamos a fingir.
- Ah! - disse a Pequena Alma, sentindo-se logo melhor.

Depois Deus explicou que, para se experimentar o que quer que seja, tem de aparecer exactamente o oposto.
- É uma grande dádiva, porque sem ela não poderíamos saber como nada é - disse Deus - Não poderíamos conhecer o Quente sem o Frio, o Alto sem o Baixo, o Rápido sem o Lento. Não poderíamos conhecer a Esquerda sem a Direita, o Aqui sem o Ali, o Agora sem o Depois. E por isso, - continuou Deus -quando estiveres rodeada de escuridão, não levantes o punho nem a voz para amaldiçoar a escuridão.

"Sê antes uma Luz na escuridão, e não fiques furiosa com ela. Então saberás Quem Realmente És, e os outros também o saberão. Deixa que a tua Luz brilhe tanto que todos saibam como és especial!"
- Então posso deixar que os outros vejam que sou especial? - perguntou a Pequena Alma. 
- Claro! - Deus riu-se. - Claro que podes! Mas lembra-te de que "especial" não quer dizer "melhor"! Todos são especiais, cada qual à sua maneira! Só que muitos esqueceram-se disso. Esses apenas vão ver que podem ser especiais quando tu vires que podes ser especial!
- Uau - disse a Pequena Alma, dançando e saltando e rindo e pulando. - Posso ser tão especial quanto quiser! - Sim, e podes começar agora mesmo - disse Deus, também dançando e saltando e rindo e pulando juntamente com a Pequena Alma - Que parte de especial é que queres ser?
- Que parte de especial? - repetiu a Pequena Alma. - Não estou a perceber.
- Bem, - explicou Deus - ser a Luz é ser especial, e ser especial tem muitas partes. É especial ser bondoso. É especial ser delicado. É especial ser criativo. É especial ser paciente. Conheces alguma outra maneira de ser especial?
A Pequena Alma ficou em silêncio por um momento.
- Conheço imensas maneiras de ser especial! - exclamou a Pequena Alma - É especial ser prestável. É especial ser generoso. É especial ser simpático. É especial ser atencioso com os outros.
- Sim! - concordou Deus - E tu podes ser todas essas coisas, ou qualquer parte de especial que queiras ser, em qualquer momento. É isso que significa ser a Luz.
- Eu sei o que quero ser, eu sei o que quero ser! - proclamou a Pequena Alma com grande entusiasmo. - Quero ser a parte de especial chamada "perdão". Não é ser especial alguém que perdoa?
- Ah, sim, isso é muito especial, assegurou Deus à Pequena Alma.
- Está bem. É isso que eu quero ser. Quero ser alguém que perdoa. Quero experimentar-me assim - disse a Pequena Alma. - Bom, mas há uma coisa que devias saber - disse Deus.

A Pequena Alma já começava a ficar um bocadinho impaciente. Parecia haver sempre alguma complicação.
- O que é? - suspirou a Pequena Alma.
- Não há ninguém a quem perdoar.
- Ninguém? A Pequena Alma nem queria acreditar no que tinha ouvido.
- Ninguém! - repetiu Deus. Tudo o que Eu fiz é perfeito. Não há uma única alma em toda a Criação menos perfeita do que tu. Olha à tua volta.

Foi então que a Pequena Alma reparou na multidão que se tinha aproximado. Outras almas tinham vindo de todos os lados - de todo o Reino - porque tinham ouvido dizer que a Pequena Alma estava a ter uma conversa extraordinária com Deus, e todas queriam ouvir o que eles estavam a dizer.
Olhando para todas as outras almas ali reunidas, a Pequena Alma teve de concordar. Nenhuma parecia menos maravilhosa, ou menos perfeita do que ela. Eram de tal forma maravilhosas, e a sua Luz brilhava tanto, que a Pequena Alma mal podia olhar para elas.
- Então, perdoar quem? - perguntou Deus.
- Bem, isto não vai ter piada nenhuma! - resmungou a Pequena Alma - Eu queria experimentar-me como Aquela que Perdoa. Queria saber como é ser essa parte de especial.
E a Pequena Alma aprendeu o que é sentir-se triste.
Mas, nesse instante, uma Alma Amiga destacou-se da multidão e disse:
- Não te preocupes, Pequena Alma, eu vou ajudar-te - disse a Alma Amiga.
- Vais? - a Pequena Alma animou-se. - Mas o que é que tu podes fazer?
- Ora, posso dar-te alguém a quem perdoares!
- Podes?
- Claro! - disse a Alma Amiga alegremente. - Posso entrar na tua próxima vida física e fazer qualquer coisa para tu perdoares.
- Mas porquê? Porque é que farias isso? - perguntou a Pequena Alma. - Tu, que és um ser tão absolutamente perfeito! Tu, que vibras a uma velocidade tão rápida a ponto de criar uma Luz de tal forma brilhante que mal posso olhar para ti! O que é que te levaria a abrandar a tua vibração para uma velocidade tal que tornasse a tua Luz brilhante numa luz escura e baça? O que é que te levaria a ti, que danças sobre as estrelas e te moves pelo Reino à velocidade do pensamento, a entrar na minha vida e a tornares-te tão pesada a ponto de fazeres algo de mal?
- É simples - disse a Alma Amiga. - Faço-o porque te amo.
A Pequena Alma pareceu surpreendida com a resposta.
- Não fiques tão espantada - disse a Alma Amiga - tu fizeste o mesmo por mim. Não te lembras? Ah, nós já dançámos juntas, tu e eu, muitas vezes. Dançámos ao longo das eternidades e através de todas as épocas. Brincámos juntas através de todo o tempo e em muitos sítios. Só que tu não te lembras. Já fomos ambas o Todo. Fomos o Alto e o Baixo, a Esquerda e a Direita. Fomos o Aqui e o Ali, o Agora e o Depois. Fomos o Masculino e o Feminino, o Bom e o Mau - fomos ambas a vítima e o vilão. Encontrámo-nos muitas vezes, tu e eu; cada uma trazendo à outra a oportunidade exacta e perfeita para Expressar e Experimentar Quem Realmente Somos.
- E assim, - a Alma Amiga explicou mais um bocadinho - eu vou entrar na tua próxima vida física e ser a "má" desta vez. Vou fazer alguma coisa terrível, e então tu podes experimentar-te como Aquela Que Perdoa.
- Mas o que é que vais fazer que seja assim tão terrível? - perguntou a Pequena Alma, um pouco nervosa. - Oh, havemos de pensar nalguma coisa - respondeu a Alma Amiga, piscando o olho.
Então a Alma Amiga pareceu ficar séria, disse numa voz mais calma:
- Mas tens razão acerca de uma coisa, sabes?
- Sobre o quê? - perguntou a Pequena Alma.
- Eu vou ter de abrandar a minha vibração e tornar-me muito pesada para fazer esta coisa não-muito-boa. Vou ter de fingir ser uma coisa muito diferente de mim. E por isso, só te peço um favor em troca.
- Oh, qualquer coisa, o que tu quiseres! - exclamou a Pequena Alma, e começou a dançar e a cantar: - Eu vou poder perdoar, eu vou poder perdoar!
Então a Pequena Alma viu que a Alma Amiga estava muito quieta.
- O que é? - perguntou a Pequena Alma. - O que é que eu posso fazer por ti? És um anjo por estares disposta a fazer isto por mim!
- Claro que esta Alma Amiga é um anjo! - interrompeu Deus, - são todas! Lembra-te sempre: Não te enviei senão anjos. E então a Pequena Alma quis mais do que nunca satisfazer o pedido da Alma Amiga.
- O que é que posso fazer por ti? - perguntou novamente a Pequena Alma.
- No momento em que eu te atacar e atingir, - respondeu a Alma Amiga - no momento em que eu te fizer a pior coisa que possas imaginar, nesse preciso momento...
- Sim? - interrompeu a Pequena Alma - Sim?
A Alma Amiga ficou ainda mais quieta.
- Lembra-te de Quem Realmente Sou.
- Oh, não me hei-de esquecer! - gritou a Pequena Alma - Prometo! Lembrar-me-ei sempre de ti tal como te vejo aqui e agora.
- Que bom, - disse a Alma Amiga - porque, sabes, eu vou estar a fingir tanto, que eu própria me vou esquecer. E se tu não te lembrares de mim tal como eu sou realmente, eu posso também não me lembrar durante muito tempo. E se eu me esquecer de Quem Sou, tu podes esquecer-te de Quem És, e ficaremos as duas perdidas. Então, vamos precisar que venha outra alma para nos lembrar às duas Quem Somos.
- Não vamos, não! - prometeu outra vez a Pequena Alma. - Eu vou lembrar-me de ti! E vou agradecer-te por esta dádiva - a oportunidade que me dás de me experimentar como Quem Eu Sou.

E assim o acordo foi feito. E a Pequena Alma avançou para uma nova vida, entusiasmada por ser a Luz, que era muito especial, e entusiasmada por ser aquela parte especial a que se chama Perdão.
E a Pequena Alma esperou ansiosamente pela oportunidade de se experimentar como Perdão, e por agradecer a qualquer outra alma que o tornasse possível.
E, em todos os momentos dessa nova vida, sempre que uma nova alma aparecia em cena, quer essa nova alma trouxesse alegria ou tristeza - principalmente se trouxesse tristeza - a Pequena Alma pensava no que Deus lhe tinha dito.
Lembra-te sempre - Deus aqui tinha sorrido -, não te enviei senão anjos.

Fonte: http://esferafeminina.blogs.sapo.pt/18291.html

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Onde a fé se esconde, no meio de tantos pensamentos e medos?

Texto de Alex Possato
Firme a mente, compadre. Firmemente. Veja as emoções. É só físico. Deixe passá-las.


Todo mundo tem mente, certo? E quando temos problemas ou alguma necessidade, mesmo que você não tenha consciência, sua mente já tem um plano de ação. Ela foi ensinada. A mente é um gravador, e simplesmente repete a gravação. Simples. Mente.
Será que este plano de ação tem a ver com o plano superior, o plano que Deus tem pra você? Vou ser bem prático: será que a sua vontade de mudar de vida, seja no trabalho, em relação às finanças, nos relacionamentos, fisicamente, emocionalmente ou até mesmo mudar de curso, cidade ou país, tem a ver com a sua essência? Irá conduzi-lo ao bem-estar que você tanto deseja?
Esta é uma questão que vejo rondando a mim e a muitos amigos. Não estou satisfeito com as coisas do jeito como estão. Mas tenho medo de mudar. Quero uma certeza de que a mudança vai me trazer algo bom. Tenho metas, quero alcançá-las! Mas quando alcançarei?
A expectativa mata. O medo da mudança, pode paralisar. A dúvida confunde, faz perder energia, não é mesmo? E novamente tenho que dizer: é tudo mente. A mente, mente. Somos ensinados a ter medo do novo. A querer o certo. A não confiar que Deus conduz cada passo, mesmo que, momentaneamente, pareça que estamos perdidos e que iremos “morrer”.
Medo não é luz, mas ele tem direito de existir. A dúvida também não é luz, mas tem o mesmo direito de existir. Só não se apegue a nada disso. Lá dentro, bem no fundinho da sua alma, existe uma luz que crê incondicionalmente. Confia. Sabe que sua vida está sendo levada pelas mãos. E esta confiança surge de um lugar diferente da mente e das emoções. A mente vai continuar duvidando. As emoções, causando sensações físicas desagradáveis. Tudo isso vai coexistir com a confiança.
Firme a mente, firmemente
Um ser humano que não tem ainda a capacidade de observar seus pensamentos sem se apegar, nem suas emoções sem se identificar com elas, não tem condições de perceber esta confiança. Porque o espírito está encoberto pela psique. A fé está lá, inteira, íntegra, não sendo necessário fazer nada, pois ela já é um elemento natural seu. Você tem fé, e não precisa forçar para tê-la. A grande questão é que a sua mente “quer” algo. E a mente sempre vai querer. Não há nada de errado com isso. O importante é somente entender que a fé se mostra de um outro espaço interno.
O seu trabalho será, por isso, firmar a mente. Observá-la. Deixar todos os pensamentos passarem: tanto os mais sublimes, como os mais grotescos. Deixar as emoções também passarem. O medo. A dúvida. A ansiedade. Tudo isso irá provocar reações no seu corpo, porque emoção é energia, e seu corpo sentirá. É químico, o negócio! Você será provocado a reagir, pelas suas ideias e pelas suas emoções. Não faça nada. Deixe passar. Tudo passa. E em algum momento, por entre a névoa dos pensamentos e emoções, pode ser que você perceba ela: a fé! A confiança no poder superior. Sempre ali, impassível, pronta para lhe amparar.
Quero reafirmar mais uma vez: não pense que seus pensamentos serão sublimes e que as emoções divinais. A fé coexiste com a mente. São canais diferentes. Você deverá apenas aprender a sintonizar o canal correto, e seguir as instruções desse canal correto. É como você estar no meio de conversas cruzadas… é duro entender algo, não é mesmo? Principalmente se você quer ouvir todas as conversas ao mesmo tempo. Pois desista. Não tente ouvir. Deixe passar. Mas quando perceber esse espaço interior de onde a sua luz brilha, incessantemente, entregue-se!
Entregar é a palavra! Porque a intuição que vem deste canal poderá dizer para você mudar de trabalho. Acabar uma relação. Começar outra. Desistir do controle. Agir de forma diferente do que você sempre agiu, durante anos e anos. Mudar comportamentos. E não será confortável, lógico. Mudar? Isso é duro, não é? É mais fácil continuar fazendo a mesma coisa, mesmo que não esteja dando muito certo, do que arriscar a fazer algo totalmente diferente, de jeito diferente!
Mas confie! Quanto mais você estiver conectado com o seu ser espiritual, mais será desafiado a se entregar à mudança… Entenda: você está amparado. Você está sempre amparado. Nada do que está ocorrendo na sua vida é em vão. Faz parte de uma grande orquestração divina, solicitando para você deixar de querer controlar a sua vida… pedindo permissão para conduzi-lo. Este ser divino fala dentro de você. Mas ele também fala através dos lábios de outras pessoas. Ele é totalmente amoroso. Não repreende. Não condena. Somente ampara e, de diversas formas, faz com que o amor em seu peito desperte. Perceba isso. Quando você perceber o seu coração se ampliando, e a sua capacidade de amar o próximo e a si mesmo expandindo, creia! Você conectou o canal! Yu-hu! Dance, cante, chore, vibre! Este é o sinal que você está se livrando do poder mental – que é muito bom, porém, limitado, e permitindo-se ser guiado pelo poder maior. E aí começa um novo caminho. Você está convocado a utilizar este poder em prol dos outros. Essa é a lei. Somos uma família. Uma única família. Se você despertou em algum nível, poderá dar as mãos para outras pessoas, que estão também deixando o sono profundo da sensação de separação.


segunda-feira, 15 de julho de 2013

Procrastinação: como se livrar do mau hábito de deixar para depois o que pode ser feito agora?


     Você sabe quais são os inimigos da autoestima?


Primeiro quero esclarecer que o nosso valor não está atrelado a nada externo. 

Autoestima é diferente de egocentrismo.


O que contribui para minar a autoestima são:


  1. Comparação
  1. Insegurança
  1. Procrastinação
  1. Extroversão
  1. Dependência
  1. Tristeza
  1. Competição
  1. Perfeccionismo
  1. Criticismo
  1. Intolerância

Não podemos nos comparar com ninguém. Somos únicos. A comparação gera sentimento de ciúme, inveja, inferioridade, incapacidade.  

A necessidade de aprovação dos outros, o medo, a timidez, a busca por aprovação é causada pela insegurança. De certa forma a insegurança é causada pela comparação, a pessoa não tem autoconfiança. 

A procrastinação é deixar para depois o que pode ser feito agora. E isso, vamos abordar amplamente aqui.

A extroversão é estar sempre voltado para o lado externo e nunca parar para se ouvir, para se conhecer, o que gera um desconhecimento de si. 

A dependência é não estar seguro em si. É esperar sempre do outro, dessa forma, qualquer coisa pode desestabilizar emocionalmente. 

A tristeza é enxergar a vida pelo lado negativo. É quando a gente não tem a capacidade de dar o nosso melhor. 

Competição é querer ganhar trazendo prejuízo a outros. A finalidade da vida, para os competidores, é ter e não ser. O competidor tem o senso de valor muito ligado a profissão. 

Criticismo cria uma autodepreciação para consigo e com os outros costuma provocar mágoas.

Intolerância  é uma baixa resistência à frustração, impulsividade, estresse, irritação e mal humor.




O crescimento é algo que ninguém pode fazer por você. Reconheça os seus pontos fracos e mãos à obra.



Hoje vou expor um texto sobre a procrastinação. Como geralmente não associamos a procrastinação à autoestima, quis expor antes essa pequena introdução, para facilitar a compreensão do tema.

Esse material sobre a autoestima é baseado nos cursos realizado pela Brahma Kumaris.


Procrastinação: como se livrar do mau hábito de deixar para depois o que pode ser feito agora?


Como reconhecer e neutralizar os sentimentos negativos que nos levam a procrastinação, a tendência de deixar para depois as tarefas importantes, mas desagradáveis ou difíceis.

Procrastinação é o ato de esquivar-se de uma tarefa que necessita ser realizada. É o mau hábito de deixar para amanhã o que pode ser feito hoje. Isto pode nos levar a ter sentimentos de culpa, desajuste, depressão e baixa estima. A procrastinação pode ocasionar conseqüências dolorosas, como o insucesso profissional e a frustração nos assuntos e negócios particulares.

Procrastinação não é simplesmente uma forma de preguiça. Ela surge por razões variadas, incluindo:


  1.  fuga de experiências negativas
  2.  falta de capacitação
  3.  medo de comentários e avaliações de terceiros
  4.  hostilidade à tarefa ou à pessoa que a solicitou.
  5.  pessimismo
  6.  depressão
  7.  perfeccionismo
  8.  passividade
  9.  necessidade de aceitação
  10.  baixa tolerância às frustrações
  11.  sentimento de injustiça
  12.  sobrecarga

Sinais de alerta


A tendência de deixar para depois as tarefas mais difíceis e desagradáveis está sempre presente e o combate à procrastinação exige um alerta constante. Os verdadeiros procrastinadores apresentam cinco comportamentos reveladores:

1.   Sobrestimam o tempo necessário para realizar alguma coisa.
2.  Superestimam o tempo disponível para realizar alguma coisa.
3.  Superestimam o quanto estarão motivados para realizar alguma coisa mais tarde.
4.  Acreditam erradamente que não é recomendável trabalhar numa tarefa quando não estão muito bem dispostos a fazê-la.
5.  Acreditam erradamente que, para ter sucesso numa tarefa, eles têm que desejar fazê-la.

Como combater a procrastinação?

A procrastinação começa com alguma espécie de sentimento negativo que nos desvia das tarefas importantes. Se você puder reconhecer e reformular alguns destes sentimentos de ansiedade e dúvidas, você poderá elaborar um plano para combater a tendência à procrastinação e gerenciar melhor o seu tempo.

Problemas e Solução:

Perfeccionismo e expectativas irreais:

Pensar que você não fez o melhor que possivelmente poderia fazer. O trabalho nunca está suficientemente bom para ser entregue.

Solução
1.      Pare de procurar a perfeição a qualquer custo.
2.      Defina um prazo firme para terminar.
3.      Comece logo e faça o melhor que você conseguir neste prazo.
4.      Examine e corrija mais tarde.

Medo de falhar: Pensar que se não fizer o melhor, você é um fracassado. Ou pensar que, se falhar num teste, você, como pessoa, é um fracasso, ao invés de pensar que você é uma pessoa normal que falhou num teste.

Solução
1.       Reflita sobre a falha e use-a para aprender. Como posso fazer melhor na próxima vez?
2.       Aplique o que aprendeu na próxima tarefa ou teste.

Achar a tarefa enfadonha: Ficar paralisado pensando nos aborrecimento que terá na execução de uma tarefa tediosa e cansativa.

Solução
1.     Focalize suas prioridades e objetivos.
2.    Concentre-se nos resultados a serem obtidos.
3.    Prometa a si mesmo uma recompensa pela execução da tarefa, alguns momentos de relaxamento.

Medo e ansiedade: Sentir-se esmagado pela complexidade e tamanho da tarefa e com medo de falhar. Como resultado, você gasta muito de seu tempo angustiado com o que tem a fazer, ao invés de agir.

Solução
1.      Divida a grande tarefa em tarefas menores.
2.     Estabeleça metas específicas e realize uma de cada vez.

Dificuldade de concentração: Sentado à sua mesa, você se vê a sonhar, flutuando no espaço, navegando pela Internet sem propósito, etc., ao invés de se dedicar à sua tarefa.

Solução
1.     Esforce-se para fazer algo e dar a partida: organize seu local de trabalho; leia ou revise o que já foi feito.
2.     Comprometa-se a trabalhar na tarefa pelo menos 10 minutos.
3.     Comprometa-se com mais 10 minutos e assim por diante, até engrenar.

Fraco gerenciamento do tempo:Procrastinação significa que seu tempo não está sendo administrado com inteligência. Você pode estar inseguro quanto às suas prioridades, objetivos e metas. Como resultado, você se dedica a tarefas menos importantes, sem planejamento.

Solução
1.     Defina suas prioridades de acordo com a importância e urgências das tarefas.
2.     Prepare sua lista de coisas a fazer, de acordo com as prioridades definidas.
3.     Siga seu planejamento e não o que seria mais agradável fazer.

Problemas pessoais: dificuldades financeiras, conflitos no trabalho, problemas familiares ou amorosos, etc.

Solução

  1. Procure um conselheiro, um profissional ou um amigo que possa ouvi-lo e orientá-lo.



Estude e identifique as causas que o estão levando à procrastinação e combata os maus hábitos. Comece já, agora!




terça-feira, 2 de julho de 2013

O que é meditação?

Meditação não é uma jornada no espaço, nem uma jornada no tempo. É um despertar instantâneo. Meditação é um estado de não-mente. "Osho"



Há um tráfego constante na mente. Pensamentos, desejos, memórias, ambições, mesmo quando você dorme a mente está funcionando, sonhando com preocupações e ansiedades. A meditação é exatamente o oposto. Quando o tráfego cessa e não ha mais pensamentos se movendo e desejos agitando você. A meditação é quando você fica totalmente silencioso, este silencio é meditação, nesses momentos de tranquilidade você sabe quem você é e conhece os mistérios dessa vida. 

Para isso, você tem que colocar a mente de lado, ir além da mente. A meditação é um estado natural que foi perdido. Vamos recuperá-lo, vamos recuperar nossa inocência, nossa integridade, nossa memória. Você apenas esqueceu.
Tire o telefone do gancho, apague a luz, mande dizer que está ocupado... meditando.

Preste atenção a sua respiração, ao seu corpo, as suas células, dance quando tiver vontade, mas dance inteiramente. Cante se tiver vontade, mais entregue-se ao cantar. Sente-se ou deite-se quando sentir que é hora, entre no seu coração, descubra seus mistérios, ria, chore, silencie, respire. Em algum momento o milagre pode acontecer, você encontrando a si mesmo, descobrindo a existência do seu ser, deleitado com sua própria presença.

Criando recursos

A mente é muito séria e a meditação é absolutamente não-séria. Ao ouvir isto, você pode ficar confuso, porque as pessoas falam sobre meditação de uma maneira muito séria. mas a meditação não é uma coisa séria. É como uma brincadeira - sincera, mas não-séria. Não é como um trabalho; é mais como uma brincadeira. A brincadeira não é uma atividade. Mesmo que seja ativa, não é uma atividade. Brincar é apenas um prazer. A brincadeira não leva a lugar algum; não é motivada. Ao contrário, é apenas energia pura fluindo.

Mas isso é difícil, porque estamos tão envolvidos em atividades! Sempre fomos tão ativos que a atividade já se tornou uma obsessão enraizada. Mesmo enquanto dormimos, somos ativos. Até quando pensamos em relaxar, somos ativos. Acabamos fazendo do relaxamento uma atividade; fazemos um esforço para relaxar. isto é absurdo! Mas acontece por causa dos hábitos robotizados da mente.
Então, o que fazer? Só a não-atividade o conduz ao seu centro mais interior, mas a mente não pode conceber a idéia de ser não-ativo. Então, o que fazer?

Eu criei um recurso. O recurso é ser ativo a um tal extremo que a atividade simplesmente cesse; ser tão loucamente ativo que a mente, a qual deseja ardentemente ser ativa, seja jogada para fora de seu sistema. Só então, depois de uma profunda catarse, você pode cair na inatividade e ter um vislumbre do mundo do não-esforço.

Uma vez que você conhece esse mundo, pode entrar nele sem nenhum esforço. Uma vez que sente como é estar apenas aqui e agora, sem fazer nada, você pode entrar nisso a qualquer momento, em qualquer lugar. No fim, você poderá estar ativo exteriormente e profundamente inativo interiormente.

Os métodos catárticos são invenções modernas. No tempo de Buda, não eram necessários, porque as pessoas não eram tão reprimidas. Elas eram naturais, tinham uma vida primitiva, não-civilizada, espontânea. Por isso, o Vipassana - vipassana significa percepção interior - foi dado diretamente às pessoas por Buda. Mas agora, você não pode entrar diretamente no Vipassana. E os professores que continuam ensinando Vipassana diretamente não pertencem a esse século; estão atrasados dois mil anos. Sim, algumas vezes, de cem pessoas, uma ou duas podem ser ajudadas, mas isso não é nada. Estou introduzindo métodos catárticos para que, primeiro, o que a civilização fez com você possa ser desfeito e você se torne primitivo, dessa inocência original, as percepções interiores tornam-se facilmente disponíveis.

Meditação para pessoas apressadas

Relaxe a Respiração

Sempre que você tiver tempo, apenas por alguns minutos, relaxe o sistema respiratório, nada mais -- não há necessidade de relaxar o corpo todo. Sentado no trem, no avião ou no carro, ninguém pode saber que você está fazendo alguma coisa. Apenas relaxe o sistema respiratório. Deixe-o ser como quando está funcionando naturalmente. Então feche os olhos e observe a respiração entrando e saindo, entrando...

Não se concentre! Se você se concentra, cria um problema porque então tudo o mais se torna uma perturbação. Se você tenta se concentrar sentado no carro, então o barulho do carro se torna uma perturbação, a pessoa sentada ao seu lado se torna uma perturbação.
Meditação não é concentração. É simplesmente estar consciente. Você apenas relaxa e observa a respiração. Neste observar, nada é excluído. O carro está roncando -- perfeitamente OK, aceite isso. O tráfego está passando -- está OK, parte da vida. O passageiro roncando ao seu lado, aceite isso. Nada é rejeitado.

O sorriso interior

Sempre que estiver sentado e não tiver nada para fazer, simplesmente relaxe sua mandíbula inferior e abra a boca apenas um pouquinho. Comece a respirar pela boca mas não profundamente. Apenas deixe o corpo respirar, então será não profunda e será cada vez menos profunda. E quando sentir que a respiração tiver se tornado bem curta e a boca estiver aberta e a sua mandíbula relaxada, todo o seu corpo estará bem relaxado.

Neste momento, comece a sentir um sorriso -- não no rosto mas em todo o seu ser interior... e será capaz de senti-lo. Não é um sorriso que vem dos lábios -- é um sorriso existencial que se espalha apenas por dentro.

Experimente e saberá o que é isso... porque não pode ser explicado. Não há necessidade de sorrir com os lábios no rosto mas é como se estivesse sorrindo a partir da barriga; a barriga está sorrindo. E é um sorriso, não uma risada, então é muito, muito suave, delicado, frágil - como um botão de rosa se abrindo na barriga e a fragrância se espalhando por todo o corpo.

Uma vez que você saiba o que é esse sorriso, pode ficar feliz 24 horas por dia. E sempre que sentir que está sentindo falta daquela felicidade, apenas feche seus olhos e pegue aquele sorriso novamente e ele estará aí. E durante o dia, você pode obtê-lo tantas vezes quantas quiser. Ele está sempre aí.

"Alguém esteve perguntando há poucos dias atrás: "Porque você auxilia as pessoas na meditação?

E eu respondi: Por prazer. Não existe um porquê - simplesmente gosto. Assim como alguém gosta de plantar sementes num jardim esperando pelas flores, eu gosto de ver você florescer. É como a jardinagem. Quando alguém floresce há um puro deleite. E eu compartilho. Não há nenhum objetivo nisso. Se você fracassa, eu não me sinto frustrado. Se você não floresce, também está tudo bem, pois não se pode forçar uma florescência. Não se pode forçar um botão a se abrir."

Osho



sexta-feira, 28 de junho de 2013

A Armadilha da Auto-Sabotagem


Há momentos da vida que reconhecemos que estamos prontos para dar um novo salto, para efetivar uma mudança profunda. Nos lançamos num novo empreendimento, numa nova relação afetiva, mudamos de cidade e até mesmo de apelido. Mas, aos poucos, nós nos pegamos fazendo os mesmos erros de nossa vida passada. É como se tivéssemos dado um grande salto para cair no mesmo buraco. Caímos em armadilhas criadas por nós mesmos. Nos auto-sabotamos. Isso ocorre porque, apesar de querermos mudar, nosso inconsciente ainda não nos permitiu mudar! 


Em nosso íntimo, escutamos e obedecemos, sem nos darmos conta, ordens de nosso inconsciente geradas por frases que escutamos inúmeras vezes quando ainda éramos crianças. Toda família tem as suas. Por exemplo: Não fale com estranhos é uma clássica. Como a nossa mente foi programada para não falar com estranhos, cada vez que conhecemos uma nova pessoa nos sentimos ameaçados. Uma parte de nosso cérebro nos diz abra-se e a outra adverte cuidado. 

Num primeiro momento, o desafio em si é encorajador, por isso nos atiramos em novas experiências e estamos dispostos a enfrentar os preconceitos. No entanto, quando surgem as primeiras dificuldades que fazem com que nos sintamos incapazes de lidar com esse novo empreendimento, percebemos em nós a presença desta parte inconsciente que discordava que nos arriscássemos em mudar de atitude: Bem que eu já sabia que falar com estranhos era perigoso

Cada vez que desconfiamos de nossa capacidade de superar obstáculos, cultivamos um sentimento de covardia interior que bloqueia nossas emoções e nos paralisa. Muitas vezes, o medo da mudança é maior do que a força para mudar. Por isso, enquanto nos auto-iludirmos com soluções irreais e tivermos resistência em rever nossos erros e aprender com eles, estaremos bloqueados. Desta forma, a preguiça e o orgulho serão expressões de auto-sabotagem, isto é, de nosso medo de mudar. 

Dificilmente percebemos que nos auto-sabotamos. Nós nos auto-iludimos quando não lidamos diretamente com nosso problema raiz. 

A auto-ilusão é um jogo da mente que busca uma solução imediata para um conflito, ou seja, um modo de se adaptar a uma situação dolorosa, porém que não represente uma mudança ameaçadora. Por exemplo, se durante a infância absorvemos a ideia de que de ser rico é ser invejado e assim menos amado, cada vez que tivermos a possibilidade de ampliar nosso patrimônio nós nos sentiremos ameaçados! Então, passaremos a criar dívidas, comprando além de nossas possibilidades, para nos sentirmos ricos, porém com os problemas já conhecidos de ser pobres. Não é fácil perceber que a traição começa em nós mesmos, pois nem nos damos conta de que estamos nos auto-sabotando! 

Na auto-ilusão, tudo parece perfeito. Atribuímos ao tempo e aos outros a solução mágica de nossos problemas: com o tempo a dor de uma perda passará; seu amado irá se arrepender de ter deixado você e voltará para seus braços como se nada houvesse ocorrido. No entanto, só quando passarmos a ter consciência de nossos erros é que não seremos mais vítimas deles! 

Temos uma imagem idealizada de nós mesmos, que nos impede de sermos verdadeiros. Produzimos muitas ilusões a partir desta idealização. Muitas vezes, dizemos o que não sentimos de verdade. Isso ocorre porque não sentimos o que pensamos!

Muitas vezes não queremos pensar naquilo que sentimos, pois, em geral, temos dificuldade para lidar com nossos sentimentos sem julgá-los. Sermos abertos para com nossos sentimentos demanda sinceridade e compaixão. Reconhecer que não estamos sentindo o que deveríamos sentir ou gostaríamos de estar sentindo é um desafio para conosco mesmos. Algumas de nossas auto-imagens não querem ser vistas! 

É nossa auto-imagem que gera sentimentos e pensamentos em nosso íntimo. Podemos nos exercitar para identificá-la. Mas este não é um exercício fácil, pois resistimos em olhar nosso lado sombrio. No entanto, uma coisa é certa: tudo que ignoramos sobre nossa parte sombria, cresce silenciosamente e um dia será tão forte que não haverá como deter sua ação. Portanto, é a nossa auto-imagem que dita nosso destino. 

O mestre do budismo tibetano Tarthang Tulku, escreve em seu livro The Self-Image ( Ed. Crystal Mirror): A auto-imagem não é permanente. De fato, o sentimento em si existe, no entanto o seu poder de sustentação será totalmente perdido assim que você perder o interesse por alimentar a auto-imagem. Nesse instante, você pode ter uma experiência inteiramente diferente da que você julgou possível naquele estado anterior de dor. É tão fácil deixar a auto-imagem se perpetuar, dominar toda a sua vida e criar um estado de coisas desequilibrado... Como podemos nos envolver menos com nossa auto-imagem e nos tornar flexíveis? Somos seres humanos, não animais, e não precisamos viver como se estivéssemos enjaulados ou em cativeiro. No nível atual, antes de começarmos a meditar sobre a auto-imagem, não percebemos a diferença entre nossa auto-imagem e nosso 'eu'. Não temos um portão de acesso ou ponto de partida. Mas, se pudermos reconhecer apenas alguma pequena diferença entre a nossa auto-imagem e nós mesmos, ou 'eu' ou 'si mesmo', poderemos ver, então, qual parte é a auto-imagem. 

A auto-imagem pode representar uma espécie de fixação. Ela o apanha, e você como que a congela. Você aceita essa imagem estática, congelada, como um quadro verdadeiro e permanente de si mesmo, explica Peggy Lippit no capítulo sobre Auto-Imagem do livro Reflexões sobre a mente organizado por seu mestre Tarthang Tuku (Ed. Cultrix). 

Na próxima vez que você se pegar com frases prontas, aproveite para anotá-las! Elas revelam sua auto-imagem e são responsáveis por seus comportamentos repetitivos de auto-sabotagem. Ao encontrar a auto-imagem que gera sentimentos desagradáveis, temos a oportunidade de purificá-la em vez de apenas nos sentirmos mal. O processo de autoconhecimento poderá então se tornar um jogo divertido e curioso sobre nós mesmos! 



Texto de Bel Cesar