Pesquisar este blog

domingo, 13 de junho de 2010

O que é e como funciona a lei da atração?

A Lei da Atração pode ser definida da seguinte forma: Você atrai para sua experiência aquilo a que dá atenção. A Lei da Atração diz: Semelhante atrai semelhante. Ou poderemos dizer: Você colhe o que planta.

O que você pensa, você sente. O que você sente, você vibra. O que você vibra, você atrai.

Sendo assim, o pensamento é o ponto de partida para a minifestação fisica. Pois ele gera o sentimento que depois gera a vibração. No entanto, isso às vezes está no automático. É preciso tomar consciência para pode alterar.

Isso não é fantástico? Você pode monitorar o que atrai para si. O que foi? Você não acredita que é responsável por ter atraído aquele chefe chato do escritório, ou o acidente, ou uma doença, ou qualquer evento ruim que aconteceu com você?

Bom, felizmente, estou aqui para explicar-lhe como você atraiu essas situações.

A lei da atração é bem mais simples do que se pode imaginar. No entanto, temos que estar atento. Como diz a Bíblia: Vigiai.

Quando você atrai um acidente, por exemplo, não quer dizer que você teve pensamentos que diziam: quero me acidentar. É muito importante, ter consciência do que pensamos e do que sentimos. Você pode simplesmente pensar: Pôxa! Não quero visitar aquele cliente, ele é um chato. E ai acontece um contratempo, que pode se manifestar na forma de um acidente, uma dor de barriga, etc...; Ou simplesmente, você pode desejar o mal a alguém e isso voltar para você. Existe um infinidade de possibilidades para que isso aconteça.

Para compreendermos a fundo a lei da atração, temos que nos conhecer profundamente. Nos conhecendo, certamente saberemos o que estamos atraindo. Uma boa dica é: Observe o que está atraindo. É isso o que está emitindo.

Se você tem atraído muitas criticas, com certeza tem criticado muito. Pode ser que não critique tanto aos outros, mas pode estar se criticando muito. E isso é muito comum. Por isso sempre sugiro que se perdoem, que se aceitem e que se amem.

Se tem atraído muita confusão, observe como está sua mente. Ela está tranqüila? Provavelmente não. A confusão interna atrai confusão externa como também atrai gripe. Segundo a psicossomática, a gripe é resultado da confusão mental. Qual a saída? Meditar.

Está atraindo traição? Em que você está se traindo? Ou a quem você está traindo? Pode não ser na mesma área. Você pode estar traindo alguém no trabalho (falando mal por trás, por exemplo, de uma pessoa que confia em você), e atrair ser traído por seu namorado.

O que fazemos a nós mesmo, também é externado em nossa vida.

Se nos criticamos, seremos criticados. Se nos anulamos, seremos desprezados. Se estamos traindo nossos valores, nossos ideais, ou seja lá o que for em nós, para satisfazer a vontade alheia, com certeza atrairemos isso para nossa realidade.

Perceba o que tem atraído e saberá o que precisa mudar. Seja sincero com você. Muitas vezes não queremos enxergar ou admitir. Para vencer, temos que vencer o nosso orgulho. Temos que ter coragem de nos olhar, muitas vezes isso dói, mas os benefícios serão imensos.

Os pensamentos que temos e as palavras que falamos criam as nossas experiências.

sábado, 12 de junho de 2010

Reverencie as Pessoas com LIMITES

Limite são construções mentais, emocionais ou físicas que definem ou delimitam a área dentro da qual uma pessoa se dispõe a estar presente. É o espaço, ou área, dentro do qual uma pessoa trabalha, vive ou deseja estar.
Comentário sobre Limites:

Ela estava bêbada e me telefonava sem parar, pedindo dinheiro emprestado. Eu sabia que ela estava sem trabalho e que não tinha a quem pedir. Eu também sabia que isso não podia continuar para sempre. Não dava para ela continuar bêbada e desajustada para sempre, e não dava para eu sustentar uma mulher adulta para sempre. As pessoas precisam aprender a tomar conta de si mesmas. Precisam aprender que são responsáveis por suas próprias vidas. Se a sua vida não está funcionando, de quem é a culpa? O que devemos fazer quando aqueles à nossa volta não parecem conseguir dar um jeito na própria vida? Como saber até onde se pode ajudar? Eu ficava com raiva só de pensar nessas coisas. O mais engraçado é que eu estava mesmo era com raiva de mim, por ter ultrapassado os meus próprios limites e me envolvido na vida de outra pessoa.

Um de meus professores me disse um dia: "Quando sua vida não tem limites, as pessoas se enfiarão em partes da sua vida onde você não quer que elas estejam e onde elas não deveriam estar. Colocar limites é como traçar uma linha na areia e dizer: 'Daqui eu não passo e nem você'. O fundamental é ser muito clara e decidida com relação ao que você seria capaz de fazer se a linha fosse ultrapassada." No dia em que ele me disse isso, eu me dei conta de que minha vida era um enorme piquenique onde tudo e todos se misturavam. Havia estranhos na minha cozinha e no meu quarto. Havia familiares remexendo meus pertences mais pessoais. Relacionamentos comerciais, sociais e pessoais estavam completamente emaranhados. Todo mundo conhecia todo mundo e tinha alguma coisa a dizer a respeito de tudo. As pessoas corriam como loucas pela minha vida e parecia não haver nada que eu pudesse dizer ou fazer a respeito. Não havia limites.

Enquanto eu refletia, fui me dando conta do que acontecia comigo. Eu conhecia cada detalhe pessoal de todas as pessoas que trabalhavam para mim e comigo, e estava enfurnada nas engrenagens mais íntimas de seu dia-a-dia. Eu sabia demais sobre as pessoas com quem me associava comercial ou profissionalmente. Quando não estava dando conselhos, estava emprestando dinheiro ou ajudando alguém a sair de uma situação que não tinha nada a ver comigo ou com a minha vida. É claro que devemos compartilhar recursos, trocar informações, apoiar aqueles que precisam de apoio. Mas o que acontece se deixarmos as pessoas se virarem sozinhas? Se você continua a fazer pelas pessoas o que elas devem fazer por si mesmas, elas jamais aprenderão a fazê-lo. Isso não reverencia as pessoas. Não reverencia você.

Eu sempre cuidei dos outros. Quando criança, eu cuidava de minha tia quando ela sofria de depressão por causa das brigas com o marido. Quando era adolescente, cuidei de minha madrasta quando ela ficou emocionalmente abalada por causa de meu pai. Como adulta, eu cuidei de três filhos, de um irmão drogado, de um marido namorador e de um exército de amigas com problemas iguais ou parecidos com os meus. Cuidar de uma pessoa significava consertar o que quer que estivesse errado. Se eu não conseguisse dar um jeito, achava que era meu dever encontrar alguém que desse. Se ambas as tentativas falhassem, eu me sentia responsável. Como resultado, vivia envolvida em dramalhões que tinham pouco — quando tinham algum — efeito positivo sobre minha vida. Não havia limites.

Aos poucos fui descobrindo por que eu me empenhava tanto em tomar conta dos outros. Enquanto eu estivesse cuidando de alguém, mantinha o controle sobre a situação. Em segredo, eu queria mesmo era controlar tudo. Sendo o manda-chuva, eu não tinha como me machucar. É claro que acabava sendo usada e manipulada, mas isso era outra história. No fundo, eu queria que as pessoas continuassem mal. É impressionante como conviver com gente fraca faz a gente se sentir mais forte. Cuidar das pessoas e controlar sua vida toma tempo e energia, desviando a atenção das coisas com as quais precisamos lidar em nossas próprias vidas. No entanto, para poder cuidar-se, você precisa impor limites.

O telefonema da amiga aflita foi um alerta para eu desenhar a linha na areia de novo. Eu estava fugindo de mim e ajudando as pessoas a continuarem mais fracas do que eu, outra vez. Minha vida não estava indo bem, e por isso eu estava me envolvendo demais na vida dos outros. Ao me colocar como muleta, eu negava às pessoas a oportunidade de aprenderem o necessário para caminharem sozinhas. Como eu, minha amiga precisava de limites. Ela precisava saber quanto beber, quanto gastar e quando parar, antes de se envolver em alguma encrenca. Se eu continuasse a salvá-la de sua falta de limites, ela jamais aprenderia a fazer sua vida funcionar. A falta de limites não serve apenas para tornar a sua vida desconfortável, faz você contribuir para prejudicar a vida de outras pessoas. Você não pode reverenciar os outros quando está contribuindo para sua autodestruição.

Se eu emprestasse dinheiro para ela mais uma vez, ela não pagaria a dívida, o que me deixaria de novo muito chateada. Quando não há limites, as mesmas decisões erradas se repetem. Se dessa vez eu não dissesse que aquelas bebedeiras estavam afetando nosso relacionamento, ela seguiria em frente. Eu me dei conta de que o mais importante de tudo era honrar as escolhas dela e me honrar. Precisávamos de limites em nossas vidas e em nossa amizade. Cabia a mim desenhar a linha na areia. "Não fico satisfeita com você quando bebe até chegar a este ponto. Quando estiver assim, eu gostaria de que não me ligasse. Vamos estabelecer o seguinte: eu sou sua amiga. Estou aqui para lhe ajudar se e quando precisar. Se quiser sair para fazer compras ou viajar de férias, pode ligar. Vou com você ou até mesmo lhe empresto dinheiro. Você cuida do básico e eu, como sua amiga, ajudarei com os supérfluos."
Extraído do livro: Um dia a minha alma se abriu por inteiro - Iyanla Vanzant

sexta-feira, 11 de junho de 2010

UMA DECISÃO SUA

Todo o amor do mundo pode ser dado a você, mas, se você decidir ser infeliz, permanecerá infeliz. E você pode ser feliz, imensamente feliz, por absolutamente nenhuma razão - porque a felicidade e a infelicidade são decisões suas.
Leva muito tempo para perceber que a felicidade e a infelicidade dependem de você, porque é muito confortável para o ego achar que os outros estão fazendo você infeliz. O ego insiste em dar condições impossíveis, e ele diz que primeiro essas condições precisam ser satisfeitas e somente então você poderá ser feliz. Ele pergunta como você pode ser feliz em um mundo tão feio, com pessoas tão feias, em uma situação tão feia.
Se você observar corretamente, rirá de si mesmo, É ridículo, simplesmente ridículo. O que você está fazendo é absurdo. Ninguém está nos forçando a fazer isso, mas insistimos em fazê-lo - e gritamos por socorro. E você pode simplesmente sair disso; trata-se de seu próprio jogo - ficar infeliz e depois pedir simpatia e amor.
Se você estiver feliz, o amor fluirá em sua direção... não há necessidade de pedi-lo. Essa é uma das leis básicas. Exatamente como a água flui para baixo e o fogo flui para cima, o amor flui em direção à felicidade.
Fonte: Osho, Above All Don´t Wobble

quinta-feira, 10 de junho de 2010

CICLOS DA VIDA

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...

Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?

Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.

Pode dizer para si mesma que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó.

Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.

O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora.

Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.

Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração..

.... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.

Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.

Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor.

Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".

Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará.

Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.

Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.

Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.

Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.

Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu própria, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és...

Desconheço autor.


E lembra-te :

“Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão” (Fernando Pessoa)

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Sua doença é o seu aliado, não seu inimigo

Sua doença é o seu aliado, não seu inimigo::
Silvana Partucci

:: Este é um artigo publicado no "La Vanguardia em 27/11/2002", é uma entrevista antiga, mas de grande interesse. A Entrevistada é Ghislaine M. Victor Lactot Amela, uma ex-médica e autora de "A Máfia Médica", que desafia o atual sistema de saúde.

Tenho 61 anos e nasci em Montreal (Canadá). Fui médica e hoje sou Ghislaine Lactot, médica da alma. Divorciei-me duas vezes, tenho quatro filhos (de 37 e 28 anos) e quatro netos. Política? Soberania individual! Acredite em si mesmo: você é divino e se esqueceu.

A medicina moderna promove a doença, não a saúde: a denúncia sobre isso está em meu livro "A Máfia Médica".

Estou gripado, o que você me receita?

- Nada.

Nem um pouco de Frenadol?

- Por quê? Para encobrir os sintomas? Não. Cuide de seus sintomas, ouça-se! E sua alma vai lhe dar a receita.

Mas eu fico na cama ou não?

- Pergunte a si mesmo, e faça o que você sente que lhe convém mais. Acredite em si mesmo!

Mas os vírus não se importam com o que eu acredito!

- Oh, agora vejo: você escolhe o papel de vítima. Sua atitude é: "Eu peguei a gripe. Eu sou uma vítima de um vírus. Preciso de remédio"!

- Claro que sim, como todos...

- Bem, aí está... Minha atitude seria: "Eu me dei uma gripe de presente. Eu sou o responsável! Devo me cuidar um pouco". E eu gostaria de ir para a cama, repousaria, relaxaria, meditaria um pouco sobre como eu tenho me maltratado ultimamente...

- V. se deu uma gripe de presente, você diz?

-Sim! Sua doença vem de você, e não de fora. A doença é um presente que você faz para se encontrar consigo mesmo.

- Mas ninguém quer uma doença...

- A doença reflete uma desarmonia interna em sua alma. Sua doença é o seu aliado, sinaliza que olhe para sua alma e veja o que acontece com você. Agradeça, pois lhe dá a oportunidade de fazer as pazes com você mesmo!

- Talvez o mais prático fosse um comprimido...

- Fazer a guerra contra a doença? Isso é o que sugere a medicina de hoje, e as guerras matam, sempre trazem a morte.

- Não me diga agora que a medicina mata...

- Um terço das pessoas hospitalizadas o são pelo efeito dos medicamentos! Nos Estados Unidos, 700.000 pessoas morrem anualmente por causa dos efeitos colaterais dos medicamentos e dos tratamentos hospitalares.

- Morreriam do mesmo jeito sem medicação, ora.

- Não. Não se mudarmos o foco: a medicina moderna se esqueceu da saúde, é uma medicina da doença e da morte! Não é uma medicina da saúde e da vida.

-Medicina da doença? Esclareça!...

- Na China antiga, um acupunturista era demitido se o seu paciente ficasse doente. Ou seja, o médico cuidava de sua saúde! Entende? Toda nossa medicina é, portanto, um fracasso total.

- Prefere remédios alternativos, por quê?

-Eles respeitam mais o corpo que a medicina industrial, é claro: a homeopatia (será a medicina do século XXI!) Acupuntura, fitoterapia, reflexoterapia, massoterapia... a prática da yoga... a meditação... são mais baratos... e bem menos perigosos.

- Mas eles não salvam ninguém do câncer.

- Diga isso à medicina convencional! Ela o salvaria de um câncer?

- Pode fazer isso, sim.

- O que fará com certeza é lhe envenenar com coquetéis químicos, lhe queimar com radiação, lhe mutilar com extirpações... E, ainda por cima, a cada dia há mais câncer! Por quê? Porque as pessoas vivem esquecendo sua alma (que é divina): a paz de sua alma será a sua saúde, porque seu corpo é o reflexo material da sua alma. Se você se reencontrar com sua alma, se estiver em paz com ela... não haverá câncer!

- Belas palavras, mas se seu filho tivesse câncer, o que você faria?

-Alimentaria sua fé em si mesmo: isso fortalece o sistema imunológico, o que afasta o câncer. O medo é o pior inimigo! O medo compromete a sua autodefesa. Nada de medo, nada de se render ao câncer! Tranqüilidade, convicção, delicadeza, terapias suaves...

- Desculpe-me, mas faz mais sentido ir a um oncologista, um médico especialista.

-A medicina convencional só deve ser o último recurso, o extremo mesmo... E se sua alma estiver em paz, você nunca irá precisar dela.

- Bem, tenhamos então a alma em paz... mas, se por acaso encontrarem a vacina.

- Não! Elas são produzidas com células de ovário de hamster cancerizadas para multiplicá-las e cultivá-las em um soro de bezerro estabilizado com alumínio (Este da hepatite B, com seu vírus): Você injetaria seus filhos com isso?

- Já tenho feito isso várias vezes...

- E eu com os meus: Eu era médica, mas ainda não sabia o que sei agora ... No entanto, hoje meus filhos já não vacinam a seus filhos!

- Acho que vou continuar com as vacinas...

-Por quê? A medicina atual mata moscas com um martelo: nem sempre morre a mosca, mas sempre se quebra a mesa de cristal. Há tantos efeitos colaterais...

- Por que abominou a medicina? Tornei-me uma médica para ajudar. Eu me concentrei em Flebologia, as veias varicosas. Cheguei a ter várias clínicas. Mas fui percebendo o poder mafioso na indústria médica, que prejudica nossa saúde, que vive à custa de que estejamos doentes! Denunciei isso... e fui expulsa da faculdade de Medicina.

- Ou seja, você já não pode prescrever remédios...

- Melhor! Os medicamentos são fabricados pensando na lógica industrial do máximo benefício econômico, e não pensando em nossa saúde. Pelo contrário: se estamos doentes, a máfia médica continua fazendo dinheiro!

- E a quem interessa a "máfia médica"?

- À Organização Mundial de Saúde (OMS), às multinacionais farmacêuticas que a financiam, aos governos obedientes, aos hospitais e médicos (muitos por ignorância)...

-O que está por trás disso?

-O dinheiro!

- Você não escolhe nenhum inimigo pequeno...

- Eu sei, porém, se eu tivesse me calado, teria ficado doente e hoje estaria morta.

- Qual foi sua última doença?

- Dois dias atrás, heheee... uma diarréia!

- E para refletir o que em sua alma?

Oh, eu não sei, eu não analisei... simplesmente limitei-me a não comer... E já me sinto bem!

- Mas, e se ficar muito mal, hein?

- Sei, sei... Se a doença for visitá-lo, acolha-a, abrace-a! Faça as pazes com ela! Não saia correndo como louco para encontrar um médico, um salvador... Seu salvador vive dentro de você. Seu salvador é você. Você é Deus!


OBSERVAÇÃO:
Quero deixar claro que não estou de forma alguma orientando ninguém a não procurar um médico quando estiver doente. Mas, que tomem consciência que a doença quer lhe dizer algo. E, até mesmo quando você procura um médico, só terá resposta satisfatória no tratamento, se mudar o padrão mental que criou a doença. Por isso existem pessoas que fazem tratamento e não ficam curadas. A doença se torna crônica. Sempre que sentir algum desconforto físico, tente entender o que ele quer lhe dizer. Fique íntimo do seu corpo, mente e alma. É o melhor que você pode fazer por você.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Como e com quem Deus fala?

Como e com quem Deus fala? Quando a fiz a Ele, eis a resposta que recebi:

Eu falo com todo mundo. O tempo todo. A pergunta não é com quem falo, mas quem ouve?

Intrigado, pedi a Deus para explicar melhor. Ele disse:

Em primeiro lugar, vamos substituir o termo falar pelo comunicar. É muito mais exato e completo. Quando tentamos falar um com o outro - Eu com você, você Comigo, enfrentamos imediatamente a incrível limitação das palavras. Por esse motivo, não me comunico apenas através de palavras. Na verdade, raramente faço isso. Minha forma mais comum de comunicação é através do sentimento.

O sentimento é a linguagem da alma.

Se quiser saber o que é verdade para você em relação a alguma coisa, veja como se sente em relação a ela.

Às vezes é difícil descobrir os sentimentos - e, com freqüência, ainda mais difícil admiti-los. Contudo, oculta em seus sentimentos mais profundos está a sua maior verdade.

O truque é entrar em contato com esses sentimentos. Eu lhe mostrarei como. Novamente. Se quiser.

Eu disse a Deus que queria, mas que nesse momento preferia uma resposta completa para
a minha primeira pergunta.
Ele continuou:

Eu também me comunico através do pensamento. Pensamento e sentimentos não são a mesma coisa, embora possam ocorrer ao mesmo tempo. Quando Eu me comunico através do pensamento, freqüentemente uso imagens e figuras. Por isso, os pensamentos são mais eficazes do que as palavras como meios de comunicação.

Além de sentimentos e pensamentos, também uso o veículo da experiência como um importante comunicador.

E finalmente, quando os sentimentos, os pensamentos e a experiência falham, uso
palavras. As palavras são de fato o comunicador menos eficaz. São mais sujeitas a erros de interpretação e compreensão.

E por que isso ocorre?
Devido ao que as palavras são. As palavras são meramente expressões orais: ruídos que representam sentimentos, pensamentos e experiência. Símbolos. Não são a Verdade, a coisa real.

As palavras podem ajudá-lo a entender algo. A experiência lhe permite saber. No entanto, há algumas coisas que você não pode experimentar. Por isso, Eu lhe permiti outros meios de saber. E estes se chamam sentimentos. E também pensamentos.

O mais irônico aqui é que todos vocês têm dado muita importância à Palavra de Deus, e pouca à experiência.
De fato, vocês valorizam tão pouco a experiência que quando a sua experiência de Deus difere do que ouviram sobre Ele, automaticamente a rejeitam e se fixam nas palavras, quando deveriam fazer o contrário.

Sua experiência e seus sentimentos em relação a alguma verdade representam o que efetiva e intuitivamente sabem sobre ela. As palavras só podem tentar simbolizar esse conhecimento, e freqüentemente o confundem.

Então, esses são os meios pelos quais Eu me comunico; mas não são métodos, porque nem todos os sentimentos e pensamentos, nem todas as experiências e palavras vêm de Mim.

Muitas palavras foram proferidas por outros, em Meu nome. Muitos pensamentos e sentimentos foram provocados por causas que não foram minhas criações diretas. Muitas experiências resultam delas.

O desafio é o discernimento. A dificuldade é saber a diferença entre as mensagens de Deus e os dados de outras fontes.
Isso é uma simples questão de aplicar uma regra básica:

O que vem de Mim é sempre seu Pensamento Mais Elevado, sua Palavra Mais Clara, seu Sentimento Mais Nobre. Todo o restante vem de outra fonte.

Agora a diferenciação se torna fácil, porque não deveria ser difícil nem mesmo para o aprendiz identificar o Mais Elevado, o Mais Claro e o Mais Nobre.

Ainda assim, vou dar-lhes estas orientações:

O Pensamento Mais Elevado é sempre aquele que é alegre.
A Palavra Mais Clara é sempre aquela que é verdadeira.
O Sentimento Mais Nobre é sempre aquele a que chamam de amor.

Alegria, verdade, amor.

Os três são intercambiáveis, e um sempre leva ao outro. Não importa em que ordem isso ocorre.

Com essas orientações é possível determinar quais mensagens são Minhas e quais vêm de outras fontes. A única dúvida que permanece é se as Minhas mensagens serão ouvidas. Poucas são. Algumas porque parecem boas demais para serem verdade. Outras, porque parecem difíceis demais de seguir. Muitas, porque simplesmente são mal-interpretadas. A maioria, porque não é captada.

Meu mensageiro mais poderoso é a experiência, e até mesmo isso vocês ignoram.
Especialmente isso.

Seu mundo não estaria nas condições atuais se vocês apenas tivessem prestado atenção às suas experiências. O resultado de não prestarem atenção a elas é que continuam a repeti- lás. Porque o Meu objetivo não deixará de ser atingido e Minha vontade não será ignorada. Vocês entenderão a mensagem. Cedo ou tarde.

Porém, Eu não os forçarei a isso. Nunca. Porque Eu lhes dei o livre-arbítrio - o poder de decidir livremente - e nunca o tirarei de vocês.

E então continuarei a enviar-lhes a mesma mensagem, através dos milênios e a qualquer parte do universo em que estejam. Eu as enviarei continuamente, até que as recebam, prestem atenção a elas e as considerem suas.

Eu as enviarei em uma centena de formas, em milhares de momentos, durante bilhões de anos. Não poderão deixar de ouvi-lás, se realmente prestarem atenção. Não poderão ignora-lás, quando realmente as ouvirem. Dessa forma, nossa comunicação de fato começará.

Porque no passado vocês apenas falaram Comigo rezando, pedindo a Minha intervenção, fazendo súplicas. Agora posso responder-lhes, até mesmo da forma como faço aqui.

Como posso saber que essa comunicação é de Deus, que não é fruto da minha própria
imaginação?

Qual seria a diferença? Não percebe que Eu poderia com a mesma facilidade usar a sua imaginação, como qualquer outra coisa? Eu lhe darei a qualquer momento os pensamentos certos, as palavras ou os sentimentos que servem ao objetivo prestes a ser atingido, usando um meio, ou vários.

Você saberá que essas palavras são Minhas porque, por sua própria conta, nunca falou tão claramente. Se já o tivesse feito, não estaria fazendo perguntas.

Com quem Deus se comunica? Há pessoas e ocasiões especiais?

Todas as pessoas e ocasiões são especiais. Umas não são mais especiais do que outras. Muita gente prefere acreditar que Deus se comunica de modos especiais, apenas com pessoas especiais. Isso tira de muitas pessoas a responsabilidade de ouvir e ainda mais de captar (o que é outra coisa) a Minha mensagem, permitindo-lhes aceitar a palavra de outras para tudo. Elas não têm de Me ouvir, porque concluíram que tais pessoas ouviram Minhas opiniões sobre todos os assuntos, e têm a elas para dar atenção.

Mas ouvindo o que outras pessoas acham que Me ouviram dizer, você não precisa
pensar.

Esse é o principal motivo pelo qual poucos consideram as Minhas mensagens em um nível pessoal. Se você reconhecer que as está recebendo diretamente, será responsável por interpretá-las. É muito mais fácil e seguro aceitar a interpretação das outras pessoas (até mesmo das que viveram há 2.000 anos) do que tentar interpretar a mensagem que você pode estar recebendo neste exato momento.

Ainda assim, eu o convido a participar de uma nova forma de comunicação com Deus. Uma comunicação bidirecional. Na verdade, foi você quem me convidou. Porque fui a você agora, dessa forma, atendendo a um pedido seu.
Trecho do livro Conversando com Deus - vol I - Neale Donald Walsch

segunda-feira, 7 de junho de 2010

QUEM É DEUS

Deus é o amor dentro de nós.

Fonte: Um Curso Em Milagres