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domingo, 28 de novembro de 2010

Cada momento é novo, é diferente.

Cada momento é novo, é diferente. 
Se há mudança, preciso mudar de acordo. 
Se eu estiver vendo o último momento neste momento, haverá uma colisão com o tempo. 
Tempo é uma grande energia. 
Tempo é Drama. 
Tempo é poder. 
Às vezes parece que o tempo e as circunstâncias são mais poderosos do que eu. 
As situações são mais do que eu posso dar conta, porque eu não estou me movendo junto com cada momento. 
Eu preciso mover-me de uma forma sensata e trazer autotransformação a cada momento. 
Cada momento é um momento diferente. 
Então devo estar novo, refrescado, renovado.

Autor: Sister Mohini


sábado, 27 de novembro de 2010

Um Novo Começo


Você nasceu no lar que precisava.
Vestiu o corpo físico que merecia.
Mora melhor onde Deus lhe proporcionou, de acordo com as suas posses.
Possui os recursos financeiros coerentes com as suas necessidades, nem mais, nem menos, mas o justo para as suas lutas terrenas.
Seu ambiente de trabalho, é o que você elegeu espontaneamente e para sua realização. 
Seus parentes e amigos são as almas que você atraiu com a sua própria afinidade.
Portanto seu destino está constantemente sobre o seu controle.
Você escolhe, elege, atrai, busca, expulsa e modifica tudo aquilo que te rodeia a existência. 
Teus pensamentos e vontades são a chave de seus atos. E suas atitudes, são as fontes de ação e repulsão na sua jornada. 
Não reclame nem se faça de vítima.
Antes de tudo analise e observe.
A mudança está aqui em suas mãos. 
Reprograme sua meta.
Busque o bem e você viverá melhor .
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo. Qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim. Tente.



(CHICO XAVIER)

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Semelhante atrai semelhante

Somente uma pessoa amorosa, aquela que realmente é amorosa; pode encontrar o parceiro certo.

Essa é minha observação: se você está infeliz você irá encontrar alguém também infeliz. 
            
Pessoas infelizes são atraídas pelas pessoas infelizes.    
                  
E isso é bom, é natural.

É bom que as pessoas infelizes não sejam atraídas pelas pessoas felizes; senão elas destruiriam a felicidade delas.

Está perfeitamente bem.

Somente pessoas felizes são atraídas pelas pessoas felizes. O semelhante atrai o semelhante.

Pessoas inteligentes são atraídas pelas pessoas inteligentes; pessoas estúpidas são atraídas pelas pessoas estúpidas. Você encontra as pessoas do mesmo plano. 

Então a primeira coisa a lembrar é: um relacionamento está fadado a ser amargo  se este surgiu da infelicidade.

Primeiro seja feliz, seja alegre, seja festivo  e então você encontrará alguma outra alma festiva  e haverá um encontro de duas almas dançantes e uma grande dança irá surgir disso.  

Não peça por um relacionamento a partir da solitude, não.

Assim você estará indo na direção errada. Então o outro será usado como um meio e o outro lhe usará como um meio. E ninguém quer ser usado como um meio! Cada indivíduo único é um fim em si mesmo. É imoral usar alguém como um meio.

Primeiro aprenda como ser só. 

A meditação é um caminho para ficar sozinho. 
            
Se você puder ser feliz quando você está só, você aprendeu o segredo de ser feliz.  

Agora você pode ser feliz acompanhado.

Se você é feliz, então você tem alguma coisa para compartilhar, para dar. E quando você dá, você obtém; não é de outra maneira. Assim surge uma necessidade de amar alguém.

Geralmente a necessidade é de ser amado por alguém. É a necessidade errada. É uma necessidade infantil; você não está amadurecido. É uma atitude infantil. 

Uma criança nasce. Naturalmente, a criança não pode amar a mãe; ela não sabe o que é amar e ela não sabe quem é a mãe e quem é o pai.Ela está totalmente desamparada. Seu ser ainda está para ser integrado; ela ainda não está reunida. Ela é somente uma possibilidade. A mãe precisa amar, o pai precisa amar, a família precisa banhar a criança de amor. Agora ela aprende uma coisa: que todos têm que amá-la. Ela nunca aprende que ela precisa amar.  Agora a criança irá crescer e se ela permanecer presa nessa atitude que todo mundo tem que amá-la, ela irá sofrer por toda sua vida. Seu corpo cresceu, mas sua mente permaneceu imatura.

Uma pessoa amadurecida é aquela que chega a conhecer a necessidade do outro: que agora tenho que amar alguém. 

A necessidade de ser amado é infantil, imatura.   
                   
A necessidade de amar é maturidade. 

E quando você está preparado para amar alguém, um belo relacionamento irá surgir;  de outra maneira não.

"É possível que duas pessoas num relacionamento sejam más uma para com a outra"?  

Sim, isso é o que está acontecendo por todo o mundo. 
                                         
Ser bom é muito difícil.  Você não é bom nem para si mesmo.

Como você pode ser bom para outra pessoa? Você nem mesmo ama a si próprio!  

Como você pode amar outra pessoa? 

Ame a si mesmo, seja bom para si mesmo.

Os seus assim chamados santos têm lhe ensinado a nunca amar a si mesmo, para nunca ser bom para si mesmo. Seja duro consigo mesmo! 

Eles têm lhe ensinado a ser delicado para com os outros e duro para consigo mesmo.

Isso é um absurdo. 

Eu lhe ensino que a primeira e mais importante coisa é ser amoroso para consigo mesmo.                   Não seja duro; seja delicado.

Cuide de si mesmo. 

Aprenda como se perdoar, cada vez mais e novamente; sete vezes, setenta e sete vezes, setecentos e setenta e sete vezes.  
                                       
Aprenda como perdoar a si próprio. 

Não seja duro; não seja antagônico consigo mesmo. Assim você irá florescer.

Nesse florescimento você atrairá alguma outra flor.

Isso é natural. Pedras atraem pedras; flores atraem flores.  Assim há um relacionamento que possui graça, que possui beleza, que possui uma bênção nele.   
                                     
Se você puder achar um relacionamento assim, seu relacionamento crescerá para uma oração; seu amor se tornará um êxtase e através do amor você conhecerá o que é o divino.

OSHO

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Só podemos perder o que não temos



Na última semana, terminei de ler um livro que um amigo muito querido me presenteou. Falava de auto-descoberta, auto-conhecimento – tratava de temas complexos sobre o expandir da consciência, ampliar o olhar sobre si mesmo – tudo banhado de espiritualidade e conceitos da psicologia. Enfim, dentre os inúmeros temas que pude revisitar ao ler esse livro, um em especial me chamou a atenção: a morte. Nesse capítulo o autor deixava claro um ponto que quero compartilhar com você: a questão da perda.
É verdade que toda perda é um processo dolorido, sofrido. Um processo que nos faz pensar e repensar, refletir sobre nossas vidas, nosso tempo, a forma como aproveitamos ou não esse milagre que é viver e se relacionar, estabelecer relações. Tudo isso faz sentido se ampliarmos o conceito da morte e compreendermos que morremos todos os dias e, renascemos todo amanhecer. A morte nada mais é que o fim de um ciclo e início de outro.
DesapegoE, se morremos, ou melhor, perdemos algo de um lado, de outro ganhamos com certeza. Morrer, romper, terminar, deixar – tudo isso demanda desapego, amor próprio, demanda o aceitar, confiar e agradecer o que recebemos. Um alento é saber reconhecer que só perdemos o que não temos. Explico: só perdemos o que não é nosso, não nos pertence, não agrega, não soma, não nos faz melhor.
Vou tentar clarear… Se só perdemos o que não temos – tudo o que temos levamos conosco. Sensações, emoções, sentimentos – tudo o mais é transitório. Isto é, se alguém próximo se foi, podemos sempre ficar com o que construímos. Com o que vivemos e experimentamos juntos. É de fato só isso o que temos – bons ou maus momentos.
Talvez por isso muitos afirmem que a felicidade é uma soma de bons momentos… Ser feliz é estar mais feliz do que triste no tempo que temos para administrar nessa passagem. O quanto antes conseguirmos entender que a vida é uma passagem, viver se tornará muito mais possível além de mais prazeroso, mais delicado.
Então, exercitar o desapego, o soltar as amarras e travas que nos distanciam do que temos de melhor – nós mesmos – ficará muito mais fácil. Saber o que temos é, por isso, parte do nosso crescimento. Do nosso auto-conhecimento, nossa auto-descoberta. E, para tanto, precisamos passar a olhar com os olhos da verdade, da beleza, da ética, do amor… No mais, tudo vai dar certo.
MáscarasA questão é que, por vezes, temos tanto medo de olhar a nossa verdade que utilizamos diferentes artimanhas para nos afastar desse nosso centro. Vivemos assim com base no medo de sermos descobertos; na ilusão de que vamos conseguir enganar a todos, inclusive a nós mesmos e, nesse sentido, inflamos nosso ego, praticamos a vaidade, nos apegamos a uma imagem ou imagens que não podem ou jamais serão nossas.
Por isso sofremos. Sofremos nas nossas relações, na nossa existência. Afinal, bem no nosso íntimo sabemos que a máscara que tanto lustramos um dica cairá. E então vamos de uma única vez nos deparar com tudo o que fizemos para tentar tapar o sol com a peneira – a nossa alma, nossa essência – com os véus… Desiludimo-nos, perdemos o outro, perdemos a relação…
Em função de tudo isso fica aqui um convite: faça uma auditoria pessoal. Tente compreender o que é de fato seu e o que não é. Depois de tudo visto, liberte-se. A relação com certeza agradecerá… O outro e o seu ser também.
Texto de Sandra Maia

domingo, 21 de novembro de 2010

Meditação é transformação

Se você sentir muita resistência contra a meditação, isso simplesmente mostra que bem lá no fundo você está alerta para o fato de que algo irá acontecer e mudar toda a sua vida. Você tem medo de renascer. Investiu muito em seus velhos hábitos, na antiga personalidade e na velha identidade.

Meditação é apenas limpar o seu ser, tentar tornar-se jovem e saudável, tentar tornar-se mais vivo e mais alerta. Se você tem medo da meditação, isso significa que você tem medo da vida, que você tem medo da consciência alerta; e a resistência vem, porque você sabe que, se você se mover para dentro da meditação, algo fatalmente acontecerá.

Se você absolutamente não estiver criando resistência, isso pode ser porque você não leva a meditação muito a sério, você não toma a meditação muito sinceramente. Então, você pode brincar — o que há a temer?


Fonte: Osho

sábado, 20 de novembro de 2010

ONDE VOCÊ COLOCA O SAL?



O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo de água e bebesse.
-'Qual é o gosto?' - perguntou o Mestre.
-Ruim' - disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse:
-'Beba um pouco dessa água'.Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
-'Qual é o gosto?'
-'Bom!'
 disse o rapaz.
-'Você sente o gosto do sal?' perguntou o Mestre.
-'Não' disse o jovem.
 O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
-'A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras: 
É deixar de Ser copo, para tornar-se um Lago.

"Entender a vontade de Deus nem sempre é facil, mas crer que Ele está no comando e tem um plano pra nossa vida faz a caminhada valer a pena".



Desconheço autor

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

PREOCUPE-SE CONSIGO MESMO



Você diz para cada um de seus sannyasins preocupar-se apenas consigo mesmo. E eles fazem isso!

Sim, eu digo isso: para preocupar-se apenas consigo mesmo, porque no momento essa deve ser a única preocupação. Se você começar a se preocupar com o mundo todo, você não será capaz de fazer nada.

Até mesmo preocupar-se consigo mesmo já é muito. Livrar-se dessas preocupações já é muito, é difícil. E se você estiver se preocupando com o mundo todo, então não haverá como sair disso. Então, você pode estar certo de que permanecerá sempre preocupado.

E não pense nem por um único momento que você está ajudando o mundo por preocupar-se com ele. Você não está ajudando o mundo preocupando-se com ele, porque a preocupação não pode ajudar ninguém. Ela é uma força destrutiva.

Assim, primeiro, reduza suas preocupações ao mínimo. Quer dizer,confine suas preocupações a si mesmo; já é o suficiente. Seja absolutamente egoísta. Sim, é isso que estou dizendo: seja absolutamente egoísta, se você quiser ajudar os outros algum dia. Se você, algum dia, quiser ser realmente altruísta, seja egoísta.

Primeiro mude o seu ser. Primeiro crie uma luz dentro do seu coração, torne-se luminoso. Então você poderá ajudar os outros. E você poderá ajudar sem se preocupar, pois a preocupação não ajuda ninguém.

Alguém está morrendo e você fica sentado a seu lado, preocupado. Como você vai ajudar? Se o paciente estiver morrendo e o médico ficar preocupado, não vai ajudar em nada. O quanto ele se preocupe não conta. Ele tem que fazer algo.

E quando um paciente está morrendo, é necessário um médico que saiba como não ficar preocupado. Somente então ele será de ajuda, porque somente então seu diagnóstico poderá ser mais claro, mais correto. 

Eis porque, se você está doente e seu marido é um médico, ele não será de muita ajuda, porque ele estará muito preocupado com você. Alguém que seja imparcial é necessário.

Uma criança precisa de uma cirurgia. Seu próprio pai pode ser um grande cirurgião, mas ele não pode ter a permissão de operar a criança, porque ele estará demasiadamente preocupado. Suas mãos tremerão – seu próprio filho!

Ele não poderá ser apenas um observador; não poderá ser objetivo, estará demasiadamente envolvido. Ele matará a criança. Algum outro cirurgião é necessário, que possa permanecer imparcial, que possa permanecer distante, separado, afastado, não-preocupado.

Assim, se você quer ajudar a humanidade, primeiro torne-se despreocupado. E para se tornar despreocupado você, primeiro, tem de abandonar as preocupações desnecessárias. Não pense sobre o mundo.

Fonte: Osho