O apego é a etapa seguinte ao desejo. Ou seja, há uma diferença entre sentir um desejo e estar apegado a ele. Esta informação pode parecer óbvia, mas nela há uma informação importantíssima para superarmos a dor do apego: ele é uma intensificação do desejo, mas não é em si mesmo desejo!
Em geral, não compreendemos esta distinção entre desejo e apego e por isso nos tornamos prisioneiros de nossos desejos. Quando somos movidos pelo apego ficamos rígidos: perdemos a habilidade de nos mover, pois uma vez apegados não estamos disponíveis às mudanças. Somente quando superarmos o apego é que nos tornamos livres para escolher o que faremos com a energia do desejo em nossa mente!
Estar desapegado é estar mais solto e menos preocupado. Para tanto, não é preciso renunciar a tudo, mas sim ter uma relação - mais relaxada e não tensa - com os mundos interno e externo. Renunciar significa não estar mais sob a influência de alguém ou daquilo que se deixou.
Se pararmos para analisar nossas atitudes cotidianas, iremos constatar que grande parte delas estão condicionadas ao apego. Temos apego à nossa auto-imagem, ao nosso status social, às pessoas de nosso convívio, sem dizer o quanto somos apegados ao nosso corpo que envelhece todos os dias...
De fato, podemos ficar chocados ao perceber o quanto estamos presos a esta atitude que nos impede de lidar com a realidade que surge a cada momento. No entanto, o budismo não quer nos incutir culpa ou mal-estar ao nos apontar uma atitude errônea. Mas sim, nos alertar para o fato de que o apego é uma atitude mental que precisa ser reajustada. Caso contrário, iremos sempre sofrer. Por exemplo, quando o amor está contaminado pelo apego logo sentimos ciúmes, medo de perder a pessoa amada.
Desta forma, associamos a experiência de amar ao fato de nos sentir presa a ela. Assim, quanto mais amarmos, isto é, quanto mais apego sentirmos, mais inquietos ficaremos.
O apego não nos deixa relaxar. Isto acontece porque confundimos o amar com o fato de nos sentirmos apegados. No entanto, intuitivamente sabemos que amar é uma experiência positiva, que nos acalma, enquanto o apego faz de nós pessoas inseguras e agitadas.
Neste sentido, saber o que nos faz bem e o que nos torna pessoas desequilibradas já é um bom passo para caminharmos em direção à nossa sabedoria discriminativa.
Os ensinamentos budistas constantemente nos alertam: as qualidades que projetamos sobre os objetos, situações ou pessoas por quem sentimos tanto apego são criadas em nossa própria mente. Resistimos a acreditar que elas não existem independentes de nossas projeções!
O apego surge quando atribuímos qualidades falsas ou exageradas a um objeto, situação ou pessoa. Exaltamos as qualidades e negamos as imperfeições. Iludidos pelas nossos próprias idealizações, nem consideramos o fato de que o objeto em si pode não conter estas qualidades. Exageramos de tal modo que nos esquecemos que somos nós quem atribui valores a este determinado objeto. Esquecemos de tal forma que chegamos ao ponto de acreditar que só ele poderá nos satisfazer. É uma loucura, mas é isso mesmo que fazemos: damos qualidades exageradas aos objetos, situações e pessoas e depois pensamos que não podemos viver sem eles!
Portanto, para mudar nossa atitude frente a um objeto de apego, temos que mudar nossa maneira de nos relacionarmos com ele. Podemos começar por reconhecer que estamos exagerando, intensificando o desejo. Por isso, precisamos primeiro observar a nossa mente e não dar tanta ênfase à situação à nossa volta.
Não podemos confundir desapego com desinteresse pela vida. Desapego é ter a capacidade de relacionar-se com mais espaço, flexibilidade e liberdade. O antídoto do apego é a mente que se dá por satisfeita. Reconhecer a satisfação é um sério desafio em nossa sociedade materialista.
Desapego não significa estar desligado do outro. Ao contrário, quanto mais desapegados formos numa relação, mais responsabilidade teremos por nossas atitudes mentais em relação ao outro. Isto é, quando nos responsabilizamos por nossos sentimentos, liberamos o outro de nossas expectativas insaciáveis. Ao passo que nos compromissamos com o processo de autoconhecimento, aumentamos o sentimento de respeito pelo outro. Por amá-lo, queremos poupá-lo das neuroses de nosso apego. Amar, segundo o budismo, é o desejo de ver o outro feliz. Neste sentido, liberá-lo de nossos medos e manias já é um bom modo de contribuir para a sua felicidade...
Texto de Bel Cesar
Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=04930
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Para refletirmos muito... PAZ E ORDEM
PAZ E ORDEM
Só haverá paz e ordem no mundo quando você, indivíduo humano, através de autoconhecimento e correto pensamento, que não resulta de aderir a partidos políticos ou religiões,estabelecer como prioridade absoluta a erradicação dos comportamentos que trazem confusão e dor ao mundo através dos relacionamentos.
O propósito é estabelecer prosperidade e amor entre o céu e a terra, o que nunca acontecerá com ninguém se continuarmos a pensar que tal nobre objetivo dependa de desintegrar adversários, assassinar inimigos e cometer quaisquer crimes em nome de nosso bem-estar pessoal em detrimento do bem comum.
As coisas estão como estão porque banalizamos os crimes e pagaremos o justo preço por este erro, que afetará principalmente as gerações vindouras.
A fé será substituída pelo conhecimento, mas isso requer presença de espírito e boa vontade para estudar. Enquanto isso, você pode continuar lançando mão da fé para andar no meio das trevas que ocultam o progresso. Mas comece a pensar para agir.
Antigamente aconteciam muitas coisas que você adorava, mas nunca mais se repetiram. Viver com saudades de tempos melhores nunca é uma boa atitude, pois, assim você corre o risco de não perceber o que de bom acontece agora.
Sentir compaixão é estar mais perto do mundo divino. Sentir compaixão não significa sentir pena, mas aproximar seu coração da dor ou alegria sentida por outras pessoas, compreendendo profundamente o acontecimento.
O mundo interior guarda tesouros inimagináveis para quem está ainda constantemente buscando recompensas exteriores, do mundo material. Porém, como a busca é por valores, inevitávelmente um dia haverá de voltar sua atenção ao mundo interior.
Contamine todo seu círculo com bom humor, mas não espere quaisquer garantias de melhora por isso. Em muitos momentos, como as pessoas andam tão entrevadas, quaisquer sinais de bom humor as faz reagir mal e até com algum grau de agressividade. Tome assim mesmo a dianteira e busque comunicar-se com mais eficiência.
Quanto mais você abrir seu coração e se tornar transparente, mais haverá de você para amar. Ou será que você não se abre pelo temor de não haver nada substancioso para ser amado? Sempre há algo valioso!
Olhe ao seu redor, foque sua visão em algum aspecto da natureza vegetal, animal ou mineral e perceba a beleza do que acontece. É miraculoso que a Vida seja maior do que as circunstâncias que a limitam.
Mantenha uma visão positiva dos acontecimentos, mas não para maquiar a dura realidade e sim no sentido de sustentar firmemente os ideais que guiaram seus passos até aqui e agora. Um ou momentos ruins, não define o caminho.
Seja a luz das pessoas, esclareça-as com seu entendimento da situação, mas sem tentar enfiar goela abaixo delas suas razões particulares, apenas indicando o caminho pelo qual todos prosperariam......
Há algumas peculiaridades do seu caminho que não são fáceis de compartilhar,PORQUE CHOCAM AS PESSOAS. Por isso, observe as reações das pessoas para saber o quanto você deve compartilhar e o quanto ocultar.
Todo relacionamento é o fim dos caminhos particulares das pessoas que se encontram e o início de uma nova síntese. Uma inovação no infinito Universo.
O QUE É CIVILIZAÇÃO?
Nada há de mais valioso para a regeneração do mundo e a erradicação da iniquidade do que reconhecer a importância dos relacionamentos corretos.
É impossível haver existência humana em estado isolado, já que SER, do ponto de vista nosso, é relacionar-se, sem isso não há existência.
Relacionamentos são desafios e responsabilidades, é o início da sociedade, da cultura, da civilização.
A civilização não é uma entidade independente de você, é o produto do relacionamento que você estabelece com as outras pessoas e com sua própria alma.
Se há iniquidade é porque você comunga com ela, se há beleza é porque você a produz em seus relacionamentos.
A civilização é o somatório de tudo que ocorre na intimidade dos relacionamentos humanos.
Aceite as consequências dos erros que você cometeu, mas não para sentir culpa esim para consertá-los o mais rapidamente possível. Sem ajustes tudo continuará descambando para o lado oposto do que todos buscavam.
Nada deve ser protelado, tudo deve ser enfrentado no exato momento em que acontecer. Dessa forma você evitará a acumulação de situações e sentimentos que, ao longo do tempo, fizeram você perder o fio da meada.
Justificar-se não é o mesmo que comunicar-se. Quando você usa o tempo para justificar suas atitudes, na verdade deixa de ouvir a crítica recebida, a qual, talvez, serviria para fazer ajustes e melhorar o caminho.
Comunicar-se não é o mesmo que comunicar. Quando você se comunica leva em conta que há outra pessoa à sua frente e se dispõe a ouvi-la. Quando vocêcomunica você torna irrelevante haver um ser humano à sua frente. Enorme é a diferença. Velhos vícios, terão que ser revistos.
Milagres acontecem, mas como as pessoas andam cínicas e céticas demais é provável que elas critiquem o que viria a salvá-las, inclusive. Fazer parte dessa chusma barulhenta não é necessário, só se você quiser.
Sua alma sente a proximidade de acontecimentos importantes e, por isso, assume o comando da situação. Logo as pessoas perceberão isso e criticarão suas atitudes de comando, achando que é apenas uma viagem de poder. Mantenha o foco, o que significa que você precisará de paciência com as pessoas que atrapalharem em vez de ajudar. Acontece que elas não conhecem seus planos e não têm como envolver-se com tanto ardor quanto você.
A maior responsabilidade de todas é a de preservar os relacionamentos em bom funcionamento, o que na prática significa que todas as pessoas envolvidas tenham lugar e vez para garantir suas satisfações. Mantenha com responsabilidade o seu foco deixando o lugar das satisfações das pessoas.
Perante a aventura a alma sente o mesmo MEDO DE SEMPRE, aquele que alimenta TODAS AS DÚVIDAS. Que seria melhor fazer? Permanecer no suspense e protelar a ação ou seguir em frente e assumir a aventura?
A prosperidade é um ideal buscado por todos os seres humanos com um mínimo de juízo e garantido pelo céu, que acolhe todos os pedidos. Por que é tão difícil prosperar? Tenha certeza, isso é coisa dos humanos.
Preserve a abertura e flexibilidade de sua mente, porque a tendência de agora, é acontecer inúmeros assuntos que não poderiam ser administrados com a mesma atitude de sempre. A inovação se fará cada dia mais necessária.
Aceitar o que um dia foi inaceitável é um claro sinal de evolução. Observe como as coisas estão mudando irremediavelmente e, baseando-se nesse fato, permita que tudo flua com mais soltura e leveza, sem preocupações excessivas. Agora, é a hora dos ajustes.
Fonte desconhecida
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
ARRISCAR É VIVER
Rir é arriscar-se a parecer louco.
Chorar é arriscar-se a parecer sentimental.
Estender a mão para o outro é arriscar-se a se envolver.
Expor seus sentimentos é arriscar-se a expor seu eu verdadeiro.
Amar é arriscar-se a não ser amado.
Expor suas idéias e sonhos ao público é arriscar-se a perder.
Viver é arriscar-se a morrer.
Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção.
Tentar é arriscar-se a falhar.
Mas… é preciso correr riscos.
Porque o maior azar da vida é não arriscar nada…
Pessoas que não arriscam, que nada fazem, nada são.
Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza.
Mas assim não podem aprender, sentir, crescer, mudar, amar, viver…
Acorrentadas às suas atitudes, são escravas;
Abrem mão de sua liberdade.
Só a pessoa que se arrisca é livre…
“Arriscar-se é perder o pé por algum tempo
Não se arriscar é perder a vida…”
Pobre de espirito aquele que não se aventurar!!!
Desconheço autor.
USE A RAIVA A SEU FAVOR
Há saídas melhores que se vingar ou negar esse sentimento
A raiva é um sentimento poderoso. Quem nunca se viu lembrando de um episódio chato que aconteceu há muito tempo e sentindo a mesma raiva da pessoa e/ou situação como se aquilo tivesse acontecido cinco minutos atrás? De fato, dentre todos os sentimentos, a raiva e sua derivação mais perigosa, o ódio, são os que mais grudam em nossa memória, tamanho o impacto que provocam em nossas emoções. Repare que muitas vezes parece mais fácil se lembrar de algo que nos irritou e chateou do que de algo positivo de nossa história.
De fato, a raiva parece estar ligada a um aspecto da mente humana similar ao fogo: que de uma faiscazinha pode se expandir rapidamente com um poder devastador enorme e incontrolável. Quando se vê, tudo já virou cinza e pelo caminho acabam sendo destruídos objetos que nada tinham a ver com o problema inicial.
PRÓS E CONTRAS
Apesar desse aspecto destrutivo, a raiva é também um importante combustível da ação, pois nos faz reagir, retirando-nos da inércia para a tomada necessária de uma posição diante dos fatos desagradáveis. O poder mobilizador da raiva na dose adequada favorece várias situações que envolvem embates, como o esporte, por exemplo, uma vez que ativa o espírito de luta que mora em cada um de nós.
O problema, em geral, é a "turminha" que frequentemente acompanha a raiva: ira, ódio, mágoa, ressentimento, inveja, vingança, amargura, estagnação, obstinação... O fato é que a raiva é uma energia que precisa ser direcionada para algum lugar, dentro ou fora, e se não for bem orientada pode machucar a todos. A vingança, que pode parecer uma reação natural à raiva, é um paliativo que apenas pode trazer momentaneamente a sensação de alívio e dever cumprido, mas que no fim das contas gera mais dor, pois amarra o vingador ao vingado em um ciclo eterno de raiva, culpa e punição. Sempre que possível, devemos escolher fugir desse mecanismo que nos aprisiona em uma roda interminável.
DIRECIONANDO A RAIVA
Se ficar, o bicho come, e se correr, o bicho pega... Como fazer, então? Em primeiro lugar, é importante saber que não se deve negar a raiva. Se algo de ruim ocorre com nome e endereço sabidos, não adianta simplesmente agir como bonzinho, dizendo que está tudo bem. A raiva, quando não manifesta, prejudica quem a sente. Ou seja, é preciso direcionar a raiva para o lugar correto. Isso não significa vingança e sim assertividade. Dizer e fazer o que deve ser dito e feito. Uma conversa esclarecedora mostrando os pontos em que se sentiu desrespeitado geralmente é útil. Além disso, outro recurso é o da reflexão sobre os aprendizados que aquele sentimento trouxe. Pergunte-se coisas como:
- De que modo você agiria no lugar da pessoa que lhe fez mal?
- Você já cometeu erros desse tipo antes?
- Acha que essa pessoa fez de caso pensado ou foi de maneira inconsciente?
- Você vê arrependimento na pessoa?
- O que a raiva lhe fez enxergar de novo?
- Quais ações você gostaria de tomar daqui para frente em sua vida?
A dica é usar a raiva a seu favor e seguir mais forte, sempre.
Texto de Clarissa de Franco
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Autoconhecimento: Uma necessidade
O homem ao nascer tem a mente como uma história em quadrinhos em branco. Não possui referencial. Não sabe quem é. O que ele conhece, devido a laços sanguíneos é a mãe. Então ele passa a observar o ambiente a sua volta e, a partir disso, começa a se definir. Ele acredita que essa definição é a verdade, a unica verdade. E isso limita-o de diversas formas, pois a definição é uma limitação.
Esse comportamento é fortalecido pela sociedade, com suas cobranças, muitas vezes sutil. Existe uma mensagem cultural que praticamente exige que todos os indivíduos tenha atitudes iguais. Estude, trabalhe, case-se, tenha filhos, batize-os e por ai vai... Quem não consegue se encaixar nos padrões de 'normalidade' é duramente criticado.
Para livrar-se desse peso, só há uma saída: Autoconhecimento.
Como dizia Socrátes, filósofo grego: 'Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo.'
O autoconhecimento não é um trabalho fácil. Requer paciência, persistência. O indivíduo que busca esse caminho revê suas crenças, suas limitações, seus defeitos. E isso dói. Muitos tem a impressão de perder a própria identidade. No entanto, se faz necessário, destruir para reconstruir.
Quando o ser humano despertar para dentro de si, ele conseguirá enxergar a 'verdade'. Esse despertar preenche a alma. Nos tira da consciência do 'ter' e do 'fazer', que nos diz que só temos valor como indivíduos a partir do que temos ou do que fazemos, para a consciência do ser, que nos mostra que somos valiosos por 'sermos' humanos.
Texto: Manoela Souza
domingo, 5 de dezembro de 2010
O que pode me assustar quando deixo todas as coisas serem exatamente como são?
Que todas as coisas sejam exatamente como são.
Senhor, que eu não seja o Teu critico hoje e nem julgue contra Ti.
Que eu não tente interferir na Tua criação nem distorcê-la em formas doentias.
Que eu esteja disposto a retirar os meus desejos da Sua Unidade, deixando assim que ela seja tal como a criaste.
No amor fui criado e no amor permanecerei para sempre.
O que pode me assustar quando deixo todas as coisas serem exatamente como são?
Fonte: Um Curso em Milagres
Temos a tendência em acreditar que sabemos o que é melhor para nós, para os outros e para o mundo. No entanto, isso é uma pretensão.O único que tem esse discernimento é Deus.
A aceitação não é acomodação. A aceitação é não brigar com a vida. É deixar que ela te guie.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
A vida e suas lições
Aprender sempre algo novo com as próprias experiências é essencial para escolher o melhor caminho a ser percorrido.
Quantos ensinamentos ainda temos de aprender, não é mesmo? O mais interessante é que a maioria das lições de vida é muito simples. Nós é que complicamos a história. Sem saber o porquê, acabamos batendo a cabeça e sofrendo para entender o significado de algumas delas. Sim, somente a vivência é capaz de nos fazer enxergar o melhor caminho a ser explorado. Mas tudo bem, esse processo todo faz parte de uma trajetória rumo à nossa própria evolução.
Abaixo, estão relacionadas algumas dessas lições, compartilhadas por um autor desconhecido. Talvez você se reconheça em algumas delas. Talvez aprenda com outras... Enfim, ficam aí para você refletir ou se inspirar. Na melhor das hipóteses, você pode incorporá-las definitivamente na sua própria vida! Por que não?
“Aprendi que, por pior que seja um problema ou uma situação, sempre existe uma saída.
Aprendi que é bobagem demais fugir das próprias dificuldades. Mais cedo ou mais tarde, será preciso parar e tirar todas as pedras do caminho. Senão, jamais conseguiremos avançar.
Aprendi que é perda de tempo preocupar-se com fatos que, muitas vezes, só existem na nossa imaginação.
Aprendi que é necessário um dia cinzento de chuva para darmos valor ao sol. Porém, se ficarmos expostos muito tempo, o sol pode nos queimar.
Aprendi que heróis não são aqueles que realizaram obras notáveis, mas aqueles que fizeram o que foi necessário e assumiram as conseqüências de todos os seus atos.
Aprendi que não importa em quantos pedaços meu coração está partido. O mundo não pára para que eu o conserte.
Aprendi que, em vez de ficar esperando alguém me trazer flores, é melhor eu plantar meu próprio jardim.
Aprendi que amar não significa transferir para as outras pessoas a responsabilidade de me fazerem feliz. Cabe a mim - apenas a mim - a tarefa de apostar nos meus próprios talentos e realizar todos os meus sonhos.
Aprendi que o que faz a diferença não é o que eu tenho na vida, mas quem eu tenho. E que boa família são os amigos que escolhi.
Aprendi que as pessoas mais queridas, às vezes, podem me ferir. E talvez não me amem tanto quanto eu gostaria. Mas isso não significa que não me amem o suficiente. Talvez seja o máximo que conseguem. Isso é o que basta.
Aprendi que toda mudança inicia um ciclo de construção, desde que você não se esqueça de deixar a porta aberta.
Aprendi que o tempo é muito precioso e não volta atrás. Por isso, não vale a pena resgatar o passado. O que vale a pena é construir o futuro.
O meu futuro ainda está por vir. Então, aprendi que devemos descruzar os braços e vencer o medo de partir em busca dos nossos sonhos.”
Abaixo, estão relacionadas algumas dessas lições, compartilhadas por um autor desconhecido. Talvez você se reconheça em algumas delas. Talvez aprenda com outras... Enfim, ficam aí para você refletir ou se inspirar. Na melhor das hipóteses, você pode incorporá-las definitivamente na sua própria vida! Por que não?
“Aprendi que, por pior que seja um problema ou uma situação, sempre existe uma saída.
Aprendi que é bobagem demais fugir das próprias dificuldades. Mais cedo ou mais tarde, será preciso parar e tirar todas as pedras do caminho. Senão, jamais conseguiremos avançar.
Aprendi que é perda de tempo preocupar-se com fatos que, muitas vezes, só existem na nossa imaginação.
Aprendi que é necessário um dia cinzento de chuva para darmos valor ao sol. Porém, se ficarmos expostos muito tempo, o sol pode nos queimar.
Aprendi que heróis não são aqueles que realizaram obras notáveis, mas aqueles que fizeram o que foi necessário e assumiram as conseqüências de todos os seus atos.
Aprendi que não importa em quantos pedaços meu coração está partido. O mundo não pára para que eu o conserte.
Aprendi que, em vez de ficar esperando alguém me trazer flores, é melhor eu plantar meu próprio jardim.
Aprendi que amar não significa transferir para as outras pessoas a responsabilidade de me fazerem feliz. Cabe a mim - apenas a mim - a tarefa de apostar nos meus próprios talentos e realizar todos os meus sonhos.
Aprendi que o que faz a diferença não é o que eu tenho na vida, mas quem eu tenho. E que boa família são os amigos que escolhi.
Aprendi que as pessoas mais queridas, às vezes, podem me ferir. E talvez não me amem tanto quanto eu gostaria. Mas isso não significa que não me amem o suficiente. Talvez seja o máximo que conseguem. Isso é o que basta.
Aprendi que toda mudança inicia um ciclo de construção, desde que você não se esqueça de deixar a porta aberta.
Aprendi que o tempo é muito precioso e não volta atrás. Por isso, não vale a pena resgatar o passado. O que vale a pena é construir o futuro.
O meu futuro ainda está por vir. Então, aprendi que devemos descruzar os braços e vencer o medo de partir em busca dos nossos sonhos.”
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