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sábado, 4 de setembro de 2010

Comunicação

Quando falamos, a chave da comunicação não é o que dizemos, mas, pelo contrário, a atitude que está por trás do que dizemos.

Já que existe apenas uma mente, todos nós nos comunicamos telepaticamente o tempo todo.

A cada instante, optamos por nos unir ou nos separar e a pessoa com quem falamos sente o que decidimos, independentemente das palavras.

A escolha de se unir é a chave da comunicação, porque é a chave da comunhão.

Quando encontrar alguém, lembre-se de que se trata sempre de um encontro divino.

Como você vê a pessoa, você se verá.

Como a trata, você se tratará.

O que você pensa sobre ela, pensará sobre você.

Jamais se esqueça disso, porque nela você se encontrará ou se perderá.

Extraído do livro: Um retorno ao Amor - Marianne Williamson (baseado em Um Curso em Milagres)

Para melhor compreensão do texto: Quando o texto se refere a 'apenas uma mente', ela quer dizer que TODOS SOMOS UM, somos todos uma parte do TODO, estamos interligados e pensamos que somos separados. E esse pensamento de separação é que cria os sofrimentos.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Nosso medo mais profundo

Nosso medo mais profundo não é o de sermos inadequados.

Nosso medo mais profundo é que somos poderosos além de qualquer medida.

É a nossa luz, não as nossas trevas, o que mais nos apavora.

Nós nos perguntamos:

Quem sou eu para ser Brilhante, Maravilhoso, Talentoso e Fabuloso?

Na realidade, quem é você para não ser?

Você é filho do Universo.

Você se fazer de pequeno não ajuda o mundo.

Não há iluminação em se encolher, Para que os outros não se sintam inseguros quando estão perto de você.

Nascemos para manifestar a glória do Universo que está dentro de nós.

Não está apenas em um de nós: está em todos nós.

E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo.

E conforme nos libertamos do nosso medo, nossa presença, automaticamente, libera os outros.


Desconheço autor.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O mantra do ego é 'mais'.

O mantra do ego é "mais".
Ele nunca está satisfeito.
Não importa o quanto conquistou ou conseguiu, o ego insiste que ainda não é o suficiente.
Ele põe você num estado perpétuo de busca e elimina a possibilidade de chegada.
Na realidade, você já está lá e a forma que opta para usar esse momento presente da vida é uma escolha.
Ao cessar essa necessidade por mais, as coisas que mais deseja começam a chegar até você.
Sem o apego da posse, fica mais fácil compartilhar com os outros.
Você percebe o pouco que precisa para estar satisfeito e em paz.
A Fonte universal é feliz nela mesma, expande-se e cria vida nova constantemente.
Nunca obstrui suas criações por razões egoístas.
Cria e deixa ir.
Ao cessar a necessidade do ego de ter mais, você se unifica com a Fonte.
Como um apreciador de tudo que aparece, aprende a lição poderosa de São Francisco de Assis:
"É dando que se recebe".
Ao permitir que a abundância lhe banhe, você se alinha com a Fonte e deixa essa energia fluir.
O comportamento de outras pessoas não é motivo para se sentir imobilizado.
Existe a ofensa apenas quando você se enfraquece.
Se procurar por situações que o aborreça, as encontrará em cada esquina.
É o ego no controle convencendo você que o mundo não deveria ser do jeito que é.
Mas é possível tornar-se um observador da vida e alinhar-se com o Espírito da Criação universal.
Não se alcança o poder da intenção sentindo-se ofendido.
Procure erradicar, de todas as formas possíveis, os horrores do mundo que emanam da identificação maciça do ego, e esteja em paz.
A paz está em Deus e você que é parte Dele só retorna ao lar em Sua paz.
O Ser está em Deus e você que é parte Dele só retorna ao lar em Sua paz.
Ficar ofendido cria o mesmo tipo de energia destrutiva que a princípio o feriu, e leva a agressão, ao contra-ataque e a guerra.

Fonte desconhecida

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A PERGUNTA CERTA

A questão básica é a educação e quando falo em educação quero dizer EDUCAÇÃO PARA AÇÃO, para o pensar, respeitar o sentir e agir.
Somos educados para olhar pra fora e reagir como pastéis robóticos, seja para obedecer cegamente ou se revoltar, ambos nos violentam e geram o turbilhão de violência que vemos aumentar a cada dia, dividindo em vítimas e vilões que se alimentam e se abstenham do auto exame e do cultivo da própria consciência.
Esse voltar-se para dentro e buscar as próprias respostas é o jeito mais fácil de se educar e fomentar a autonomia que todos temos e não acreditamos que podemos.
A busca pelo nosso poder individual fica muito dolorosa com essa inversão e estímulo externo cada vez mais distante de nós.

Quem não aprende com o erro, perde a melhor oportunidade de aprender.

A pergunta a ser feita não é "por que tenho este problema?" ou "qual a origem deste problema"?

A pergunta certa a ser feita é: "como estou mantendo este problema?" ou "o que estou fazendo repetidamente para produzir este problema?"


Desconheço fonte.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Ninguém sabe o que é adequado pra mim

Não... eu não nasci para reduzir tudo a um punhado de boas idéias aceitas por todos.

Hoje eu entendo que é preciso experimentar o que desejo, pois só assim vou compreender o que não desejo.

Entendo o valor da diversidade... Agora vejo que por mais que eu tente, não vou conseguir me mover de modo consistente em nenhuma direção satisfatória e assim não agrado nem às outras pessoas e nem a mim mesma.


O maior presente que eu posso me dar é minha felicidade! Até porque a minha felicidade depende de mim e não dos outros. Ninguém sabe o que é adequado pra mim!

Hoje, fico feliz quando vejo que cuidei bem de mim. Percebo como é maravilhoso fazer minhas próprias escolhas...


Quem eu sou?

Eu sou energia pura e positiva. Sou amor. Espero coisas boas. Me respeito e me amo. Respeito e amo as outras pessoas. Mas também aprendi a ser egoísta o suficiente para encontrar o meu bem estar.

Se me faz sentir bem, dou toda a atenção, caso contrário, não dou a mínima.

Hoje sou feliz, porque sei que estou dando o melhor de mim!


Desconheço autor.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

VOCÊ SABE OU VOCÊ SENTE?

"Você já reparou o quanto as pessoas falam dos outros?

Falam de tudo.

Da moral, do comportamento, dos sentimentos, das reações, dos medos, das
imperfeições, dos erros, das criancices, ranzinzices, chatices, mesmices, grandezas, feitos, espantos.

Sobretudo falam do comportamento.

E falam porque supõem saber.

Mas não sabem.

Porque jamais foram capazes de sentir como o outro sente.

Se sentissem não falariam.

Só pode falar da dor de perder um filho, um pai que já perdeu, ou a mãe já ferida por tal amputação de vida.

Dou esse exemplo extremo porque ele ilustra melhor.

As pessoas falam da reação das outras e do comportamento delas quase sempre sem jamais terem sentido o que elas sentiram.

Mas sentir o que o outro sente não significa sentir por ele.

Isso é masoquismo.

Significa perceber o que ele sente e ser suficientemente forte para ajudá-lo exatamente pela capacidade de não se contaminar com o que o machucou.

Se nos deixarmos contaminar (fecundar?) pelo sentimento que o outro está sentindo, como teremos forças para ajudá-lo?

Só quem já foi capaz de sentir os muitos sentimentos do mundo é capaz de saber algo sobre as outras pessoas e aceitá-las, com tolerância.

Sentir os muitos sentimentos do mundo não é ser uma caixa de sofrimentos.

Isso é ser infeliz.

Você sabe ou você sente?

Sentir os muitos sentimentos do mundo é abrir-se a qualquer forma de sentimento.

É analisá-los interiormente, deixar todos os sentimentos de que somos dotados fluir sem barreiras, sem medos, os maus, os bons, os pérfidos, os sórdidos, os baixos, os elevados, os mais puros, os melhores, os santos.

Só quem deixou fluir sem barreiras, medos e defesas todos os próprios sentimentos, pode sabê-los, de senti-los no próximo.

Espere florescer a árvore do próprio sentimento.

Vivendo, aceitando as podas da realidade e se possível fecundando.

A verdade é que só sabemos o que já sentimos.

Podemos intuir, perceber, atinar; podemos até, conhecer. Mas saber jamais.

Só se sabe aquilo que já se sentiu."


Texto de: Artur da Távola.

domingo, 29 de agosto de 2010

Você já parou para se perguntar: QUEM SOU EU?

Eu sou um ser pensante.

Eu sou um ser metafísico.

Eu sou um ser consciente.

Eu não sou a minha visão.

Eu não sou a minha audição.

Eu não sou o meu olfato.

Eu não sou o meu tato.

Eu não sou o meu paladar.

Eu não sou o meu os meus sentidos, apesar de usá-los.

Eu não sou o meu corpo.

Eu não sou os meus sentimentos.

Eu não sou os meus pensamentos.

Eu não sou o meu trabalho.

Eu não sou os meus relacionamentos.

Sou um SER consciente em processo de transformação.


Desconheço autor.