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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Fizeram a gente acreditar


Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos.

Não contaram pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada.

Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade.


Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.

Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.

Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos.

Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.

Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade.

Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas. Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém.


Texto de John Lennon

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

SERENIDADE


Pessoas serenas sempre parecem ser sábias.

Internamente elas responderam as três perguntas existênciais:


Quem sou eu?

Para onde estou indo?

Como eu chegarei lá?

A maior parte de nossas vidas tentamos resolver a primeira questão. Porém, até que a gente consiga isso, gastamos muito tempo em conflito interno, com outros ou com o mundo ao nosso redor.

Quando descobrimos quem realmente somos, então não é preciso ir a lugar algum, não há nenhuma busca e a alma se torna absorta ao experimentar suas qualidades verdadeiras e ao compartilhá-las com os outros.

Isto é serenidade.



Mensagem da Brahma Kumaris

domingo, 5 de setembro de 2010

A escuridão é um convite a luz

Quando não lidamos com nossos sentimentos mais profundos, continuamos a enfatizar as superficialidades exteriores.

Vejo esse mesmo comportamento em mim, quando interrompo um trabalho em que estou escrevendo sobre um tema que exige um mergulho profundo em minha consciência para checar obsessivamente meus e-mails, em busca de algo divertido que possa me distrair. É como o mecanismo de negação, na terapia – você quer compartilhar a fofoca, mas não deseja lidar com as questões mais reais e dolorosas. É óbvio que preferimos evitar a dor. Mas, quando fazemos isso, é inevitável que causemos mais dor.

Expressamos nossos medos e angústias em ações, porque não enfrentamos nossas dores em profundidade.

O mundo é uma projeção de nossa psique individual, coletada numa tela global; o mundo é ferido ou curado em função de cada pensamento que tivermos. Na mesma medida em que me recuso a encarar os problemas mais profundos que me impedem de fazer as coisas, o mundo também ficará impedido de evoluir. Por outro lado, o quanto eu avançar, depois de ter descoberto a chave milagrosa para a transformação de minha própria vida, será a minha ajuda para mudar o mundo.

Só conseguiremos finalmente enxergar a luz quando encararmos a escuridão – a escuridão em nós e no mundo.

A escuridão é um convite a luz.

Todo problema implica uma pergunta: - Você está pronto para incorporar aquilo que acredita? Você consegue alcançar dentro de si bastante clareza, força, perdão, serenidade, amor, paciência e fé para dar uma reviravolta? Este é o significado espiritual de qualquer situação: não aquilo que acontece conosco, mas aquilo que fazemos com o que nos acontece e quem decidimos nos tornar por causa do que aconteceu. A real falha é o fracasso em crescer naquilo por que passamos.

O mais importante a ser lembrado durante tempos de grandes mudanças é fixar os olhos mais uma vez sobre as coisas que não mudam.

Essas coisas eternas nos dão força para fazer mudanças positivas, sabedoria para suportar as mudanças negativas e capacidade de nos tornar pessoas em cuja presença o mundo se move em direção à sua cura.

Fonte: O Dom da Mudança – Marianne Williamson

sábado, 4 de setembro de 2010

Comunicação

Quando falamos, a chave da comunicação não é o que dizemos, mas, pelo contrário, a atitude que está por trás do que dizemos.

Já que existe apenas uma mente, todos nós nos comunicamos telepaticamente o tempo todo.

A cada instante, optamos por nos unir ou nos separar e a pessoa com quem falamos sente o que decidimos, independentemente das palavras.

A escolha de se unir é a chave da comunicação, porque é a chave da comunhão.

Quando encontrar alguém, lembre-se de que se trata sempre de um encontro divino.

Como você vê a pessoa, você se verá.

Como a trata, você se tratará.

O que você pensa sobre ela, pensará sobre você.

Jamais se esqueça disso, porque nela você se encontrará ou se perderá.

Extraído do livro: Um retorno ao Amor - Marianne Williamson (baseado em Um Curso em Milagres)

Para melhor compreensão do texto: Quando o texto se refere a 'apenas uma mente', ela quer dizer que TODOS SOMOS UM, somos todos uma parte do TODO, estamos interligados e pensamos que somos separados. E esse pensamento de separação é que cria os sofrimentos.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Nosso medo mais profundo

Nosso medo mais profundo não é o de sermos inadequados.

Nosso medo mais profundo é que somos poderosos além de qualquer medida.

É a nossa luz, não as nossas trevas, o que mais nos apavora.

Nós nos perguntamos:

Quem sou eu para ser Brilhante, Maravilhoso, Talentoso e Fabuloso?

Na realidade, quem é você para não ser?

Você é filho do Universo.

Você se fazer de pequeno não ajuda o mundo.

Não há iluminação em se encolher, Para que os outros não se sintam inseguros quando estão perto de você.

Nascemos para manifestar a glória do Universo que está dentro de nós.

Não está apenas em um de nós: está em todos nós.

E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo.

E conforme nos libertamos do nosso medo, nossa presença, automaticamente, libera os outros.


Desconheço autor.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O mantra do ego é 'mais'.

O mantra do ego é "mais".
Ele nunca está satisfeito.
Não importa o quanto conquistou ou conseguiu, o ego insiste que ainda não é o suficiente.
Ele põe você num estado perpétuo de busca e elimina a possibilidade de chegada.
Na realidade, você já está lá e a forma que opta para usar esse momento presente da vida é uma escolha.
Ao cessar essa necessidade por mais, as coisas que mais deseja começam a chegar até você.
Sem o apego da posse, fica mais fácil compartilhar com os outros.
Você percebe o pouco que precisa para estar satisfeito e em paz.
A Fonte universal é feliz nela mesma, expande-se e cria vida nova constantemente.
Nunca obstrui suas criações por razões egoístas.
Cria e deixa ir.
Ao cessar a necessidade do ego de ter mais, você se unifica com a Fonte.
Como um apreciador de tudo que aparece, aprende a lição poderosa de São Francisco de Assis:
"É dando que se recebe".
Ao permitir que a abundância lhe banhe, você se alinha com a Fonte e deixa essa energia fluir.
O comportamento de outras pessoas não é motivo para se sentir imobilizado.
Existe a ofensa apenas quando você se enfraquece.
Se procurar por situações que o aborreça, as encontrará em cada esquina.
É o ego no controle convencendo você que o mundo não deveria ser do jeito que é.
Mas é possível tornar-se um observador da vida e alinhar-se com o Espírito da Criação universal.
Não se alcança o poder da intenção sentindo-se ofendido.
Procure erradicar, de todas as formas possíveis, os horrores do mundo que emanam da identificação maciça do ego, e esteja em paz.
A paz está em Deus e você que é parte Dele só retorna ao lar em Sua paz.
O Ser está em Deus e você que é parte Dele só retorna ao lar em Sua paz.
Ficar ofendido cria o mesmo tipo de energia destrutiva que a princípio o feriu, e leva a agressão, ao contra-ataque e a guerra.

Fonte desconhecida

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A PERGUNTA CERTA

A questão básica é a educação e quando falo em educação quero dizer EDUCAÇÃO PARA AÇÃO, para o pensar, respeitar o sentir e agir.
Somos educados para olhar pra fora e reagir como pastéis robóticos, seja para obedecer cegamente ou se revoltar, ambos nos violentam e geram o turbilhão de violência que vemos aumentar a cada dia, dividindo em vítimas e vilões que se alimentam e se abstenham do auto exame e do cultivo da própria consciência.
Esse voltar-se para dentro e buscar as próprias respostas é o jeito mais fácil de se educar e fomentar a autonomia que todos temos e não acreditamos que podemos.
A busca pelo nosso poder individual fica muito dolorosa com essa inversão e estímulo externo cada vez mais distante de nós.

Quem não aprende com o erro, perde a melhor oportunidade de aprender.

A pergunta a ser feita não é "por que tenho este problema?" ou "qual a origem deste problema"?

A pergunta certa a ser feita é: "como estou mantendo este problema?" ou "o que estou fazendo repetidamente para produzir este problema?"


Desconheço fonte.