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sábado, 18 de junho de 2011

Como posso amar melhor?


O amor se basta, ele não precisa de melhorias. Ele é perfeito como é e de maneira nenhuma precisa ser mais perfeito.

O próprio desejo demonstra um mal-entendido a respeito do amor e de sua natureza. Pode-se ter um círculo perfeito? Todos os círculos são perfeitos; se eles não forem perfeitos, não são círculos.

A perfeição é intrínseca a um círculo, e a mesma lei diz respeito ao amor. Não se pode amar menos nem mais, pois ele não é uma quantidade. Ele é uma qualidade, que é imensurável.

Sua própria pergunta mostra que você nunca provou o que é o amor e que está tentando esconder sua falta de amor no desejo de saber “como amar melhor”. Ninguém que conhece o amor pode fazer essa pergunta.

O amor precisa ser entendido não como um encantamento biológico — isso é sensualidade e existe em todos os animais; nada há de especial nisso. Isso existe mesmo nas árvores; essa é a maneira da natureza se reproduzir. Nada há de espiritual nisso e nada especialmente humano.

Assim, o primeiro ponto é fazer uma clara distinção entre sensualidade e amor. A sensualidade é uma paixão cega; o amor é a fragrância de um coração silencioso, sereno e meditativo. O amor nada tem a ver com a biologia, com a química ou com os hormônios.

O amor é o voar de sua consciência para reinos mais elevados, além da matéria e além do corpo. No momento em que você entende o amor como algo transcendental, ele deixa de ser uma questão fundamental.

A questão fundamental é como transcender o corpo, como conhecer algo dentro de você que esteja além, além de tudo que seja mensurável. Esse é o significado da palavra matéria. Ela vem da raiz sânscrita matra, que significa medida; ela significa aquilo que pode ser medido. A palavra metro vem da mesma raiz.

A questão fundamental é como ir além do mensurável e penetrar no imensurável. Em outras palavras, como ir além da matéria e abrir os olhos para uma consciência maior. E não existe limites para a consciência — quanto mais você fica consciente, mais percebe o quanto ainda existe à sua frente.

Quando a pessoa atinge um cume, um outro cume surge à sua frente. Essa é uma peregrinação eterna.

Fonte: Osho, em “Amor, Liberdade e Solitude: Uma Nova Visão Sobre os Relacionamentos”

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Filhos da Imortalidade

Filhos da Imortalidade!
Lembrem-se que vocês foram criados
A  minha imagem e semelhança.
 Perfeitos!

Vivam à altura desta imagem, em todos os sentidos, em todos os planos
Vivam como Mestres!

Andem por essa Terra com a sua cabeça erguida,
Seus espíritos elevados...
Seus corações abertos para amar...
E acreditem em si mesmos e em Deus dentro de vocês.
Então tudo vai correr bem.

A Terra é uma manifestação do Meu Ser.
Feita a partir da Minha Vida!
Onde quer que você olhe, Eu estou lá.
Onde quer que você ande, Eu estou lá.

Com quem quer que você entre em contato, essa pessoa Sou Eu.
Eu estou em cada um, com todo o Meu Esplendor.
Veja-Me em todos os lugares,
Fale Comigo e ame a Mim.
Eu estou em cada um.

Então, a partir de cada um, Eu vou responder
E levá-los à glória.

Vocês não podem Me ver em um lugar e não em outro,
Porque Eu ocupo todo o espaço.
Vocês não podem escapar de Mim
Ou fazer qualquer coisa em segredo,
Por que não existem segredos Comigo.

Vivam... Vivam... Vivam... em perfeita conformidade
Com as minhas leis, e maravilhas acontecerão.

Pensem agora:
 O erro impede o livre fluir da Essência do Meu Ser através de vocês?
Peçam-me neste momento para revelar-lhes seus erros
No silêncio de sua meditação.

Deixem as velhas lembranças virem à tona em vocês,
Do Meu subconsciente em vocês ...
Velhos padrões...
Velhos sentimentos e pensamentos esquecidos.

Agora, mergulhem-os no Oceano de Luz,
Queimem-os da sua consciência
Para que vocês possam ser verdadeiros emblemas do Meu Ser.

Neste momento,
Visualizem a Minha Chama Ardente
Subindo cada vez mais
Enquanto ela queima através de você.

É uma chama que está refrescando,
Limpando e curando,
Que alivia a dor escondida...
E os deixa sossegados e tranquilos.

Descansem em Meu amor.
Deixem que tudo o que você tem passado
Em suas muitas vidas até hoje,
Derreta em Minha Luz redentora.

Crianças do Meu Ser!
Dissolvam as suas tristezas e medos em Mim.
Deixem-me apagar
Todos os seus karmas.

Voltem para dentro da Minha Consciência, que é
A sua própria consciência verdadeira.
Deixe o seu pequeno eu humano desaparecer, neste momento,
Enquanto você vem a Mim, que Sou o seu Eu Interior.

Você é agora o Meu radiante glorioso Ser...
Não é mais separado de mim.
Funda-se comigo... Misture-se comigo...!
 Seja Eu!



Fonte: Um poema escrito por Sathya Sai Baba

segunda-feira, 13 de junho de 2011

O amor e o meio tempo

Pense um pouco na maneira como fomos educados, formados, adestrados. Havia um padrão a ser seguido: nascer, ser vacinado, estudar - de preferência obter notas altas -, formar-se, encontrar, junto com um bom emprego, o grande amor de nossas vidas. Fomos educados para alcançar resultados e não valorizar os processos, esses meios-tempos indispensáveis para irmos construindo a auto-estima e a liberdade necessárias para fazermos as escolhas capazes de nos trazer felicidade. O meio-tempo é o espaço de aprendizagem em nossas vidas, quando as experiências - quaisquer que sejam - não são objeto de julgamento, mas oportunidades para aprendermos. O meio-tempo é o momento em que temos coragem de dizer "não sei": não sei o que estou sentindo, não sei o que fazer, não sei como fazer. Não sei, mas vou descobrir, não vou tomar decisões precipitadas só para escapar da dúvida, porque já fiz isso antes e me dei mal.
Quando você não está feliz onde está e não tem muita certeza se quer sair, ou como sair, encontra-se no meio-tempo. Fica se segurando, com medo de cair, sem querer se machucar, com medo de machucar a outra pessoa. Reza para que a outra pessoas vá embora primeiro para você não arcar com a culpa.
A outra pessoa vive dando meio-tempo é assim mesmo, cheio de não sei e não posso.  Não sei por que não posso ir. Não sei por que devo ficar. Não sei para onde estou indo. Não sei como vou chegar lá, onde quer que seja. Ambivalência, confusão, relutância e paralisia são caracateristicas do meio-tempo. Se você soubesse a resposta para essas perguntas, estaria tudo bem. No meio-tempo você sente muitas coisas, mas certamente não se sente bem.
A vida seria mais fácil se, quando nos deparamos com um obstáculo durante um relacionamento, conseguíssemos parar, lidar com aquilo e seguir suavemente. A verdade é que, na maioria dos casos, poderíamos fazer exatamente isso. A realidade é que não fazemos! Tocamos em frente, sem parar. Deixamos que pequenos insultos se tornem fúrias, pequenas discussões se tornem disputas, acirradas, pequenas dores se tornem ferimentos profundos, e continuamos indo em frente, sem parar. Em muitos casos, continuamos a sofrer. Quando o tal relacionamento é intimo e amoroso, tentar ir em frente sem lidar com a dor só complica as coisas, envenenando ainda mais o relacionamento.
Como posso ficar e não me machucar? Como posso ir embora sem machucar a outra pessoa? Você não consegue responder a essas perguntas quando está sofrendo. Se conseguissemos manter o amor por nós mesmos e pelo o outro através de uma comunicação honesta e consciente, os desentendimentos, obstáculos ou dificuldades no relacionamento serveriam para nos fortalecer. Quando não conseguimos, praticamos o pior comportamento do meio tempo: machucando, brigando, omitindo a verdade e indo em frente completamente confusos. Confusão gera confusão.
Tudo na vida se relaciona com o amor. O amor é o único significado real da vida. Estar vivo significa que ocupamos a casa do amor e devemos seguir suas regras. Nem a vida nem o amor exigem que as pessoas desistem de sua dignidade, auto-estima, objetivos de trabalho, programa favorito de televisão ou bom-senso. Por algum motivo, nem sempre entendemos isso direito. Acreditamos que é preciso desistir de algo para conseguir outra coisa. Acreditamos nisso especialmente em relação ao amor. Não entendemos que o amor é crescimento, é realização de potencial - ser mais quem você é, fazer melhor o que faz, acreditar com mais convicção e tomar mais posse do que tem. Infelizmente, achamos que podemos nos unir a outras pessoas antes de nos unirmos a nós mesmos. Isso é absolutamente impossível. Você não irá receber amor de fora enquanto não for amor por dentro.

Fonte: Iyanla Vanzant  - Enquanto o Amor não vem

sábado, 11 de junho de 2011

O desafio do desconhecido



Quando você explora mares desconhecidos, como Colombo fez, o medo existe, um medo imenso, porque ninguém sabe o que vai acontecer. Você está deixando a praia da segurança.

Você está perfeitamente bem, em certo sentido; só uma coisa está faltando — aventura. Enfrentar o desconhecido dá a você certa excitação. O coração começa a pulsar novamente; volta a se sentir vivo, totalmente vivo. Cada fibra do seu ser está vibrando porque você aceitou o desafio do desconhecido.

Aceitar o desafio do desconhecido, apesar de todo o medo, é coragem. Os medos estão ali, mas se você aceita o desafio várias vezes seguidas, devagarinho os medos desaparecem.

A experiência de alegria que o desconhecido traz, o grande êxtase que começa a acontecer com o desconhecido, torna você forte o bastante, lhe dá uma certa integridade, aguça sua inteligência.

Pela primeira vez, você começa a sentir que a vida não é só tédio, mas uma aventura. Então devagar os medos desaparecem; e você não para mais de ir atrás de uma aventura.

Mas, basicamente, coragem é pôr em risco o conhecido em favor do desconhecido, o familiar em favor do estranho, o confortável em favor do desconfortável — árdua peregrinação rumo a um destino desconhecido.

Nunca se sabe se você será capaz de fazer isso ou não. É um jogo arriscado, mas só os jogadores sabem o que é a vida.

Osho, em "Coragem: O Prazer de Viver Perigosamente"

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Qual é o problema se o mundo acabar?



Qual a melhor maneira de enfrentar o medo? 

Ele me afeta de várias maneiras...de uma vaga inquietação ou um nó no estômago a um pânico vertiginoso, como se o mundo estivesse acabando. 

De onde isso vem? 

Para onde isso vai?   

Todos os seus medos são subprodutos de identificação. 

Você ama uma mulher e com o amor, na mesma parcela vem o medo: ela pode deixar você ela já deixou alguém e agora está com você. Há um precedente; possivelmente ela irá fazer o mesmo com você. Há um medo, você sente nós no estomago. Você está muito apegado. Você não pode aceitar um simples fato: você veio sozinho para o mundo; você já estava aqui ontem também, e sem esta mulher, perfeitamente bem, sem qualquer nó no estomago. E amanhã se esta mulher se for... qual é a necessidade desses nós? Você sabe como ficar sem ela e você será capaz de ficar sem ela. O medo de que as coisas possam mudar amanhã... Alguém pode morrer, você pode ir a falência, seu trabalho pode ser tirado de você. Há mil e uma coisas que podem mudar. Você está sobrecarregado com medos e mais medos, e nenhum deles é válido porque ontem você também estava preenchido com todos esses medos, desnecessariamente. As coisas podem ter mudado, mas você ainda está vivo. E o homem tem uma imensa capacidade de adaptar-se a qualquer situação. 

Dizem que só o homem e as baratas tem essa imensa capacidade de adaptar-se. É por isso que onde quer que você encontre homens você encontrará baratas. e onde quer que você encontre baratas você encontrará homens. Eles estão juntos, eles tem uma semelhança. Mesmo em lugares distantes como o Polo Norte ou o Polo Sul... quando o homem viajou para esses lugares ele de repente percebeu que tinha trazido baratas com ele, e elas estavam perfeitamente saudáveis vivendo e se reproduzindo. 

Se você olhar ao redor da terra você encontrará homens vivendo em milhares de climas diferentes, situações geográficas, situações políticas, situações sociológicas, situações religiosas, mas ele consegue viver. E ele tem vivido por séculos... as coisas continuam mudando, e ele continua adaptando-se. Não há nada a temer. E mesmo se o mundo acabar, e daí? Você irá acabar com ele. Ou você acha que você ficará em uma ilha enquanto o mundo inteiro termina, deixando você sozinho? Não se preocupe. Pelo menos você terá algumas baratas com você! Qual o problema se o mundo acabar? Isso já foi perguntado tantas vezes. Mas qual é o problema? - se é o fim, é o fim. Isso não cria nenhum problema, porque não estaremos aqui; nós terminaremos com ele, e não haverá nada para se preocupar... Isso será realmente a grande libertação do medo. O mundo terminando significa que todos os problemas terminam também, toda perturbação termina, cada nó no seu estomago termina.. Eu não vejo problema. Mas eu sei que todo mundo é cheio de medos. Mas a questão é a mesma: o medo é parte da mente. A mente é covarde, e tem que ser covarde porque ela não tem qualquer essência ela é vazia e oca, e tem medo de tudo. E, basicamente ela tem medo de que um dia você se torne consciente. Isso será o verdadeiro fim do mundo! Não o fim do mundo, mas seu ser se tornará consciente, seu ser entrará num estado meditativo onde a mente desaparece - este é o medo básico. Por causa desse medo, as pessoas se mantêm afastadas da meditação, e elas ficam inimigas de pessoas como eu que está tentando transmitir algo como meditação, alguma forma de consciência e testemunho. Eles se tornam antagônicos para comigo não sem nenhuma razão; o medo deles está bem fundamentado. Eles podem não estar conscientes disso mas a mente deles está realmente com medo de se aproximar de qualquer coisa que possa criar mais consciência. Esse será o começo do fim da mente. Esse será a morte da mente. Mas não existe medo para você. 

A morte da mente será o seu renascimento, o começo da sua verdadeira vida. Você deveria estar feliz, você deveria se alegrar com a morte da mente, porque nada pode proporcionar mais liberdade que isso. Nada mais pode lhe dar asas para voar dentro do céu; nada mais pode fazer com que todo céu seja seu. Mente é prisão. Consciência é sair da prisão ou perceber que isso nunca foi uma prisão; estava só pensando que isso era uma prisão. Todos os medos desaparecem. Eu também estou vivendo no mesmo mundo, mas eu nunca senti, mesmo por um simples momento, qualquer medo porque nada pode ser tirado de mim. Eu posso ser morto mas eu irei ver isso acontecer, então o que será morto não será eu, não será minha consciência. A maior descoberta na vida, o mais precioso tesouro, é o da consciência. Sem isso você está fadado a ficar nas trevas, cheio de medos. E você irá criar novos medos não existe fim para isso. Você viverá em medos e você morrerá em medos, e você nunca será capaz de provar algo como a liberdade. Você sempre teve potencial; você poderia ter clamado por isso a qualquer momento, mas você nunca clamou. É sua responsabilidade. 


FONTE: OSHO 






Achei o texto interessante. Nós damos muito crédito aos nossos medos. Acho que podemos refletir sobre eles, sem esse apego, sem essa identificação com as coisas. A consciência de sermos eternos, de sermos alma, nos liberta desses medos. Por que uma alma se preocuparia com o problemas financeiros ou com o fim de um relacionamento? Que importância tem isso perante a eternidade? 
O medo surge por que nos identificamos com o corpo, com o ego. Tente lembrar-se disso quando sentir medo. 

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Você é o Criador



Dentro de seus átomos físicos, a origem de toda a conciência continua cantando.
Você recebe aquilo sobre o qual se concentra.
Não há outra regra.
Pensamento é ENERGIA.
Deus não concebeu o Universo em piedade.
Essa Terra não veio da lágrima.
Você formou suas próprias lágrimas.
O Ser Interior não tem nenhum limite com excessão daqueles que aceita fora da ignorância.
Você cria sua própria realidade.
Ódio não vai trazer a PAZ.
Somente o Amor da Paz vai trazer essas condições.
Eu falo para os seres que não reconhecem o valor do seu Ser.
Aqueles que reconhecem ele não precisam de mim.
Quando todo homem jovem se recusar ir para a guerra,vocês terão PAZ.
Vocês não podem defender qualquer ideia com violência.
Cada um de vocês tem a mesma energia e ela canta dentro de você.
Você naõ precisa ficar envergonhado disso.
Isso é seu!
Você não precisa procurar gurus ou deuses.
Ele mora dentro do seu próprio ser.

Por Jane Roberts e Seth - Aonde você possa estar...
Tradução Claudia Moura

quarta-feira, 1 de junho de 2011

RESPONSABILIDADE

Tu não és responsável por ninguém.

Não há nada deste mundo que te obrigue a sair do teu centro.

Não há nada neste mundo que te obrigue a colocar os outros em primeiro lugar.

Sabes porque é que há tanta gente que pura e simplesmente não consegue meditar?

Porque quando fecham os olhos e olham para o seu peito, lá dentro, estão tantas outras pessoas, tantas outras obrigações, aquele peito pesa tanto… As pessoas acabam por ficar angustiadas e param de meditar.

O que elas deveriam fazer era retirar toda essa carga de responsabilidade do seu peito. Compreender que não são responsáveis por ninguém. Cada um vem cá abaixo cumprir o seu desígnio, e se outro toma a frente, essa pessoa é impedida de limpar o seu karma.

Quem se responsabiliza pelos outros ou sente culpa por não tratar deles, é porque não se apercebe do mal que lhes está a fazer. Está a retirar-lhes a responsabilidade de limparem o seu próprio karma. Está a retirar-lhes a responsabilidade do livre-arbítrio. Está a retirar-lhes a iniciativa. Está a retirar-lhes a essência. E, em última análise, está a retirar-lhes a luz.

E ao se responsabilizar por outra pessoa está a fugir de si próprio, está a fugir da sua essência. E, em última análise, está a fugir da sua própria luz. Percebes, agora?

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde, de Alexandra Solnado




Como já falei aqui anteriormente, podemos sim ajudar aos outros, desde que seja uma vontade genuína. Não somos responsáveis pelos problemas dos outros. Na verdade, não deveríamos encarar a situação como problema. Todos os 'problemas' que passamos são para o nosso desenvolvimento. Quanto antes aprendermos a 'lição', ou seja, desenvolvermos nosso potencial, mais rápido nos livraremos da situação. Se sempre ajudamos a alguém a resolver os seus problemas o que essa pessoa aprenderá? Ela saberá resolver sozinha? Ela terá desenvolvido seu potencial? Ela terá crescido? Não creio. Portanto, o verdadeiro auxílio é deixar o outro desenvolver o seu potencial.